Segunda-feira, 22 de junho de 2026
Por Flavio Pereira | 23 de fevereiro de 2021
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Pelo menos seis bancadas da Assembleia Legislativa gaúcha se mobilizam para estabelecer em lei que a prática da atividade física e do exercício físico são essenciais para a população do Rio Grande do Sul em estabelecimentos prestadores de serviços destinados a essa finalidade, bem como em espaços públicos em tempos de crises ocasionadas por moléstias contagiosas ou catástrofes naturais.
A proposta é da deputada Fran Somenzi (Republicanos). Ao projeto, foi apresentada uma emenda do deputado Fabio Ostermann (Novo) que inclui as escolas como atividade essencial. O projeto e a emenda podem ser votados hoje pelo plenário do Legislativo gaúcho. A emenda que considera escolas como atividades essenciais, manteria estes estabelecimentos abertos na bandeira preta do mapa de distanciamento controlado do governo.
Fechamento de escolas e seus efeitos
Segundo o deputado Fabio Ostermann, um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico aponta que o fechamento das escolas implica em uma queda de 1,5% do Produto Interno Bruto mundial, além de graves efeitos que serão percebidos ao longo dos próximos anos. A proposta está na pauta de hoje, e já recebeu apoio das bancadas do NOVO, PP, MDB, PSL, Cidadania e PDT.
Medida de bom senso: governador mantém cogestão com municípios
Não houve vitoriosos nem derrotados. Venceu o bom senso. Os apelos feito pelo comércio, pelo setor produtivo e pelos prefeitos sensibilizaram ontem o governador gaúcho Eduardo Leite, que detém a caneta das medidas restritivas.
O governador manteve o sistema de cogestão dentro do modelo de distanciamento controlado. Assim, continua sendo respeitada a autonomia das prefeituras, e as regiões que estão classificadas com bandeira preta, poderão flexibilizar para regras da bandeira vermelha.
A novidade: compra de vacinas pela iniciativa privada
Uma novidade que poderá movimentar o bilionário mercado de vacinas. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco revelou ontem que Congresso e governo pretendem permitir que a iniciativa privada compre vacinas contra a covid-19. A autorização deve ser estabelecida em um novo projeto de lei ou em uma Medida Provisória já em trâmite no Parlamento.
Agenda de quarta-feira em Brasília
O presidente Jair Bolsonaro confirmou sua agenda de quarta-feira no Palácio do Planalto:
– Na próxima quarta-feira (24) daremos posse aos Ministros João Roma Neto (Ministério da Cidadania) e Onyx Lorenzoni na Secretaria-geral da Presidência, bem como sancionaremos a Lei da Independência do Banco Central.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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Oportunistas. Negacionistas.
O Mundo desabando a população batendo de frente com o vírus os médicos e enfermeiros sobrecarregados a maioria dos leitos de UTI superlotados e o número de vítimas é totalmente assustador e a pergunta que vem são esses projetos tão necessário neste momento? qualquer ser humano que se cuida coloca na sua rotina algum tipo de atividade física, acorda deputada e deputados pra necessidade do Povo brasileiro que quer Saúde pública, salário melhor, menos inflação e Impostos no petróleo, na cesta básica e o principal VACINAÇÃO Pra Todos E JÁ…
A aquisição de vacinas por empresas seria uma boa solução para agilizar a imunização da sociedade; entretanto, a meu ver, as empresas não poderiam concorrer com o Governo federal neste processo. Agora, vacinas que nao estejam na mira do governo poderiam sim ser adquiridas pelas empresas. Afinal, se as empresas não comprarem, outros compradores ao redor do mundo iriam fazê-lo.
O governante manteve a cogestão para livrar-se futuramente de uma possível responsabilização pela “quebradeira” econômica nas empresas privadas nos municípios.
Até quando pensam que sobreviverão os adeptos do “fecha tudo” se as atividades econômicas e laborais forem estagnadas ou restringidas? Se não houver arrecadação de impostos e tributos os governos estaduais e prefeituras não conseguirão pagar fornecedores, prestadores de serviços, nem o funcionalismo público. Haverá demissões ou fechamento de empresas privadas agravando o desemprego!