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Política Coronel da Polícia Militar do Distrito Federal diz que efetivo policial foi reduzido à metade no dia 8 de janeiro

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Questionada sobre o motivo da queda para 200 policiais, Cíntia Queiroz de Castro diz que “só o Departamento de Operação ou o comando é que pode explicar isso”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Questionada sobre o motivo da queda para 200 policiais, Cíntia Queiroz de Castro diz que “só o Departamento de Operação ou o comando é que pode explicar isso”. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Em depoimento prestado na última quinta-feira (27), a coronel Cíntia Queiroz de Castro, da Polícia Militar do Distrito Federal (DF), afirmou que o efetivo policial no dia 8 de janeiro, data dos ataques criminosos em Brasília, foi reduzido pela metade.

Cíntia, que é subsecretária de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública do DF, fez a afirmação durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) que investiga os ataques contra as sedes dos Três Poderes em Brasília.

“As informações que passei ao Fernando [delegado Fernando de Sousa Oliveira, braço direito de Anderson Torres no comando da Secretaria de Segurança Pública quando Torres estava fora do país durante os ataques em Brasília] foram às 6h, às 8h e às 9h da manhã. Nesse momento, a gente tinha em torno de 20 a 25 manifestantes e cerca de 400 policiais”, disse a coronel.

Motivo

Questionada sobre o motivo da queda para 200 policiais à tarde, Cíntia diz que “só o Departamento de Operação ou o comando é que pode explicar isso”. “No momento, vou provar que o planejamento foi cumprido e que, se houve algum tipo de prevaricação, não foi de minha parte”, disse a coronel da PM-DF em depoimento.

No dia dos atos do 8 de janeiro, Cíntia Queiroz ocupava o mesmo cargo atual, de subsecretária de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública do DF. Ela tinha a função de operacionalizar e organizar a proteção do DF, como a das vias públicas, no caso de um grande evento.

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Adroaldo Mousquer
29 de abril de 2023 02:44

Fica evidente que haviam diversas camadas do poder envolvidas na tentativa de golpe. Queriam criar o caos para reverter o resultado de uma democrática eleição. Desejavam, e alguns ainda desejam, SÓ assassinar a democracia no Brasil. Pior é os fatos estarem claros e mesmo assim uma nuvem de fumaça cobre e distorçe os olhos de muitos de nossos irmãos. Somos um País, Somos uma NAÇÃO. Podemos discordar, mas não podemos viver divididos.

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