Sábado, 03 de janeiro de 2026
Por Redação O Sul | 22 de janeiro de 2022
No mesmo período, foram 238 mortes pela doença.
Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilEm 24 horas, o Brasil registrou mais 157.393 casos de covid. No acumulado, o País tem o total de 23.909.175 casos de coronavírus desde o início da pandemia.

Ainda há 1.438.072 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid confirmado.
Em relação as vítimas fatais da pandemia, os dados compilados pelas secretarias e pelo Ministério da Saúde apontam 622.801 mortes em decorrência de complicações da covid, desde março de 2020. Em 24 horas, foram confirmadas 238 mortes.
No total, foram 21.848.302 pessoas recuperadas, o que representa 91,4% dos casos.
Os dados estão no balanço divulgado na noite deste sábado pelo Ministério da Saúde. A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.
Nas unidades federativas, segundo o balanço do Ministério da Saúde, o Estado com maior número de mortes por coronavírus é São Paulo (156.310), seguido por Rio de Janeiro (69.674), Minas Gerais (56.941), Paraná (40.982) e Rio Grande do Sul (36.635).
Os Estados com menos óbitos resultantes da pandemia de covid são Acre (1.855), Amapá (2.036), Roraima (2.086), Tocantins (3.983) e Sergipe (6.072).
Ciclo vacinal completo
No sábado (22), os governos federal, estaduais e municipais estão realizando na Região Norte um dia de mobilização para chamar a atenção da população local para a importância da vacinação contra a covid.

Foram montados atos em cada capital com participação de representantes do Ministério da Saúde, dos governos estaduais e das prefeituras e realizados mutirões de vacinação , transmitidos pelos canais da pasta. Em Manaus, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou a importância das pessoas completarem o ciclo vacinal.
“Solicito a colaboração de cada um para que leve aqueles que vocês conhecem para tomar a segunda dose da vacina. E aqueles que não tomaram dose de reforço, que procurem receber essa dose. Só assim vamos ser efetivos e evitar formas graves de doença, que pode levar à morte dos nossos irmãos, não só na Região Norte como no Brasil”, disse o ministro.
Segundo Queiroga, o Norte é uma “região continente”, com desafios por conter muitas áreas afastadas e não ter a mesma capacidade de resposta de outros estados mais ricos. Por isso, a vacinação tem a função de, além de salvar vidas, impedir a sobrecarga dos serviços de saúde, destacou.
O ministro lembrou que o público infantil também foi incluído no plano de vacinação, na faixa de 5 a 11 anos. “Vacinas [para crianças] que são aplicadas nos grandes centros do mundo estão disponíveis. E que tenhamos enfrentamento mais efetivo”, acrescentou.
O secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara Parente, destacou a importância da imunização de mulheres grávidas. “No ano passado, percebemos que a variante Gama tinha predileção por doença grave em grávidas. A vacinação de grávidas está baixa, mesmo em estados com altos índices de imunização. O risco-benefício é favorável, temos que vacinar as grávidas, é a única forma de evitar a infecção e morte delas”, afirmou Parente.
O governador do Amazonas, Wilson Lima, disse que o estado vive uma explosão de casos de covid-19. Mas, segundo Lima, diferentemente do cenário dramático de janeiro do ano passado, agora o estado está mais preparado pelo contingente da população vacinada e por uma rede hospitalar mais estruturada.