Segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 4 de maio de 2022
A inflação disparou no País, provocando a desvalorização da moeda
Foto: Marcello Casal Jr./Agência BrasilNos últimos cinco anos, a inflação oficial do Brasil cresceu de forma cada vez mais intensa. Em 2018, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrado no País foi de 3,75% – taxa que saltou para 10,06% em 2021. Já nos 12 meses até março de 2022, chegou a 11,30%, indicando mais um ano de preços em disparada.
Com tanta inflação, de março de 2018 ao mesmo mês de 2022, o real perdeu 27,57% do seu poder de compra. Ou seja, com a mesma quantia agora, os brasileiros conseguem comprar apenas dois terços do que compravam naquele ano.
Isso se reflete todos os dias na vida da população, que encontra preços mais altos para os mesmos produtos e serviços. A inflação afeta os orçamentos das famílias de maneira diferente de acordo com a faixa de renda. Para as mais pobres, o aumento dos preços dos alimentos e do gás de cozinha consumiu boa parte da renda no início deste ano. Em pelo menos 11 capitais, apenas os itens da cesta básica já equivaliam a mais de 50% do salário mínimo em março.
Já as famílias de renda alta sentiram bastante os reajustes dos preços do setor de transporte, puxados pelo aumento da gasolina. A escalada da inflação é explicada por fatores nacionais e internacionais, como a pandemia de coronavírus, eventos climáticos e a guerra na Ucrânia.
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MENTIRA!!!60 POR CENTO!!!1212,00 PODER DE COMPRA CAIU!!!
Gas custa 10% do SALÁRIO MÍNIMO. Comida do pobre subiu mais de 30%…mas você lê esse jornal, escuta a radio PAMPA e assiste os programas da tv pampa, pode estar convencido de que está tudo bem no Brasil…quaquaquaqua
Resultado do golpismo…
Impressão de dinheiro desenfreada. A economia a gente vê depois, fica em casa, solda a porta, fecha com tijolo e vai trabalhar daqui uns 3 ou 4 anos, dá nada.
300% seria a notícia certa .