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Política Em crítica ao PT, Bolsonaro defende reforma trabalhista de Temer

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Presidente rebateu os adversários dizendo que "mente" quem fala que texto retirou direitos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Delegada manteve a conclusão de que o presidente e o deputado Filipe Barros tiveram "atuação direta, voluntária e consciente" na prática do crime de vazamento de dados sigilosos Delegada manteve a conclusão de que o presidente e o deputado Filipe Barros tiveram "atuação direta, voluntária e consciente" na prática do crime de vazamento de dados sigilosos. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu, nesta segunda-feira (17), a reforma trabalhista aprovada pelo governo de Michel Temer (MDB), e afirmou que “mente” quem diz que a medida retirou direitos dos trabalhadores. A declaração rebateu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) que saíram em defesa da revogação da reforma e do teto de gastos há duas semanas.

“O governo Temer fez uma pequena reforma trabalhista. Não tirou direito de nenhum trabalhador. Mente quem fala que a reforma trabalhista do Temer retirou direito do trabalhador. Até porque os direitos estão lá no artigo sétimo da nossa Constituição, não podem ser alterados”, disse Bolsonaro, em entrevista a uma rádio.

Para o presidente, a reforma foi uma “flexibilização” que impulsionou o governo Temer. O que pode ser comprovado, segundo ele, pelo saldo positivo na geração de empregos em 2019. Mas, “lamentavelmente”, a pandemia prejudicou esse cenário, na opinião de Bolsonaro.

No início do mês, o ex-presidente Lula e a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, chegaram a elogiar o governo da Espanha por ter revogado mudanças na legislação trabalhista do país. Aprovada em 2012, a lei serviu de modelo para a reforma instituída no Brasil em 2017.

No dia 7 de janeiro, Gleisi Hoffmann afirmou pelo Twitter que a medida proposta não gerou empregos e que é preciso deter a “privatização selvagem”.

A reforma trabalhista brasileira alterou cerca de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho e estabeleceu novas regras sobre férias, banco de horas, jornada de trabalho e demissão.

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