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Mundo Em desafio à pressão internacional, Coreia do Norte testa novo míssil

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O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o teste é um desrespeito à China. (Foto: Reprodução)

A Coreia do Norte testou no sábado um míssil balístico pouco depois de o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, ter alertado que, se o país não paralisar o seu programa nuclear, poderá sofrer “consequências catastróficas”.

Autoridades dos EUA e da Coreia do Sul disseram que o teste aparentemente falhou, no que seria o quarto fracasso dos norte-coreanos em testes de mísseis desde março. O teste foi realizado no momento em que o porta-aviões USS Carl Vinson e a armada que o acompanha chegaram à península das Coreias, onde iniciaram exercícios militares com o Sul no sábado, cerca de 12 horas após o teste do Norte, informou uma autoridade da marinha sul-coreana.

Tillerson disse na sexta-feira que todas as possibilidades estão sendo analisadas para o caso, inclusive uma ação militar. “A ameaça de um ataque nuclear contra Seul ou Tóquio é real, então é só questão de tempo antes de a Coreia do Norte desenvolver capacidade para atacar os EUA”, afirmou Tillerson. “Se relutarmos quanto ao assunto mais importante em termos de segurança no mundo, as consequências podem ser catastróficas.”

O presidente norte-americano, Donald Trump, escolheu a retórica de afirmar que o teste é um desrespeito à China,aliada de Pyongyang. “A Coreia do Norte desrespeitou a China e seu respeitável presidente ao lançar, sem sucesso, um míssil hoje mesmo. Ruim!”, disse o presidente pelo Twitter. O ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, adotou um tom diplomático: “A chave para resolver o tema nuclear na península não está nas mãos da China”, afirmou. A agência de notícias oficial da China, Xinhua, usou vocabulário conciliatório, pedindo para que os dois lados cedam.

 

 

 

 

 

 

 

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