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Brasil Em Manaus, Pazuello quer força-tarefa para acelerar vacinação ampliada para o público de 50 anos

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Reunião realizada em Manaus para tratar da crise do coronavírus e vacinação.

Foto: Divulgação/Secom
Reunião realizada em Manaus para tratar da crise do coronavírus e vacinação. (Foto: Divulgação/Secom)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou, em Manaus, que enviará vacinas suficientes para acelerar o Plano Nacional de Imunização, chegando até o público de 50 anos de idade, informou a pasta neste sábado (13). Uma força-tarefa está sendo organizada junto com o governo do Amazonas, prefeituras, OPAS (Ministério da Defesa e Organização Pan-Americana da Saúde) para, além dos postos oficiais, a vacina ser levada aos bairros e às comunidades mais distantes do interior.

A vacinação começará imediatamente após a liberação para os estados, do lote que deverá ser entregue ao Ministério da Saúde no dia 22 de fevereiro, devendo iniciar por Manaus e, logo em seguida, levada ao interior.

O ministro Pazuello realizou reunião com o governador do Amazonas, Wilson Lima, no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), ainda na noite de sexta-feira (12), poucos minutos após desembarcar em Manaus, onde ele confirmou a decisão de antecipar as vacinas para o estado, que enfrenta o recrudescimento da pandemia de Covid-19, agravada pela presença da variante P.1 do Sars-CoV-2. Nos últimos dias desta semana, os principais indicadores de controle da pandemia, que estavam estabilizados em alta, começaram a apresentar pequenos níveis de baixa.

A avaliação do ministro é que só há uma maneira de frear a pandemia no Amazonas e evitar que chegue aos mesmos níveis nos demais estados, principalmente na região Norte, onde já há registros da nova variante. “Temos que fazer a vacinação em massa e, nesse primeiro momento, vamos vacinar todos acima de 50 anos. Vamos antecipar as vacinas para o Amazonas, sem tirar nada dos outros estados”, explicou.

Transferências

O ministro também definiu com os demais integrantes do Comitê de Crise, no CICC, uma nova estratégia de transferência de pacientes de Covid-19, agora mais focada no interior do Estado, atendendo casos médios e graves com uso de UTI aérea. As transferências deverão ocorrer tanto entre municípios do interior, com maior remoção para Manaus, como entre os estados. A meta é reduzir a fila de espera de pacientes moderados a graves em hospitais da rede estadual. Até sexta-feira, 558 pacientes haviam sido transferidos para outros estados, entre eles, 16 para cirurgia oncológica.

O ministro Pazuello também pediu, no Comitê de Crise, um planejamento imediato para que todos os municípios amazonenses que tenham hospitais se tornem autossuficientes no abastecimento de oxigênio, com usinas e boosters (equipamento utilizado para encher os cilindros).

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3 Comentários
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Takuo Okada
19 de fevereiro de 2021 15:13

Acho que nosso MINISTRO DA SAÚDE não sabe matemática se ele tem 100.000.000 dose de vacinas para distriburi ao Brasil todo . como ele pode mandar mais doses para Amazonas se não tirar de algum estado a quantidade a mais que ele mandar para Amazonas.
Parabéns náo sei como chegou ao General com esta capacidade de raciocínio ????

Fernando Garrido
14 de fevereiro de 2021 12:10

As Forças Armadas estão dando um imenso apoio no combate à pandemia! Não é à toa que são a instiutição nacional de maior credibilidade, embora haja uma paisanada que não gosta….

Adri Kittler
13 de fevereiro de 2021 19:47

VAMOS LÁ MILICADA A MANAUS, MONTAR HOSPITAIS COM UTIS, COLOCAR OS MILICOS DA SAUDE A TRABALHAR NESTES HOSPITAIS, É PERIGOSO SIM, MAS A SATISFAÇÃO DE CUMPRIR O DEVER COM SEU POVO É QUE DÁ O SENTIMENTO DE GRATIDÃO, MILICO TEM QUE TRABALHAR PRO POVO NAO FICAR AQUARTELADO

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