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Política Caso Master: ministro Dias Toffoli determina que bens apreendidos fiquem na Procuradoria-Geral da República e não mais no Supremo

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A Polícia Federal realizou nesta quarta operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
A Polícia Federal realizou nessa quarta (14) operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nessa quarta-feira (14) que o material apreendido pela Polícia Federal (PF) nas investigações do caso Banco Master fique guardado na Procuradoria-Geral da República (PGR) e não mais no STF, como havia decidido anteriormente.

A Polícia Federal realizou nessa quarta uma segunda fase da operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master que incluiu buscas em endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do banco, e parentes dele, incluindo o pai, a irmã e o cunhado dele.

Na decisão que autorizou a operação, Toffoli determinou o envio do material apreendido ao Supremo. A PF, então, pediu para Toffoli rever a decisão, apontando risco de frustração da operação caso o material não fosse submetido à perícia. A PGR deu parecer pela revisão da decisão de Toffoli, pedindo que o material ficasse com a polícia. Na sequência, pediu autorização para extração e análise das provas colhidas.

“A manifestação é pela autorização para que a Procuradoria-Geral da República proceda à extração e análise de todo o acervo probatório colhido nos autos em espécie, com posterior disponibilização”, pediu a PGR.
Na decisão, Toffoli resume o que se está investigando na fase atual do caso.

“A presente investigação possui escopo mais amplo e não se confunde com os inquéritos anteriormente instaurados, na medida em que, em tese, teria revelado que fundos eram operados para a gestão fraudulenta, o desvio de valores e o branqueamento de capitais pelo Banco Master em um quadro de suposto aproveitamento sistemático de vulnerabilidades do mercado de capitais e do sistema de regulação e fiscalização”, escreveu o ministro.

Foram apreendidos: 39 aparelhos celulares, 31 computadores, 30 armas, R$ 645 mil em espécie, e 23 veículos, avaliados em R$ 16 milhões.

A segunda fase da investigação sobre o Banco Master também teve o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, como alvos.

A investigação detectou que havia captação de dinheiro, aplicação em fundos e desvio para o patrimônio pessoal de Vorcaro e parentes. O celular do dono do Master foi apreendido.

A defesa Vorcaro reiterou que seu cliente tem colaborado com as autoridades, além de ter “interesse no esclarecimento completo dos fatos”.

Já a defesa de Nelson Tanure afirmou que “o empresário tem certeza de que no decorrer das apurações promovidas pelo STF restará definitivamente demonstrada a inexistência de qualquer pretensa prática ilícita”. (Com informações do portal de notícias g1)

 

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7 Comentários
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Vanderlei Stefani
15 de janeiro de 2026 02:43

A verdade dói, faca no rego

Adalberto Meneguzzi
15 de janeiro de 2026 01:28

Não fala merda, verme!

Vanderlei Stefani
15 de janeiro de 2026 00:56

O banco Master era a tesouraria do bolsonarismo. A PF estourou o caixa da extrema direita.

Fernando Krause
15 de janeiro de 2026 10:06

As relações espúrias e IMORAIS do banco Ma$$$$$$$ter com as “excelências” do “andar de cima” da Praça dos Três Poderes revelaram a podridão republicana e “democrática” de Bra$ília.
Vamos ver se as investigações vão chegar no topo da pirâmide…

Jorge Ferreira
15 de janeiro de 2026 11:03

o amigo do amigo do meu pai ta,mais enrolado que ninho de cobras

Vanderlei Ochoa
15 de janeiro de 2026 12:22

Quem pode manda e quem tem juízo obedece.

Jorge Schröder
15 de janeiro de 2026 18:15

Está mais perdido que mosca na merda…Na verdade está com o C.U na mão, afinal tem rabo preso no Master, junto com seus parentes, mais ou menos como o Xandoca com um contrato bilionário de sua muiézinha… Só canalha no poder hoje.

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