Segunda-feira, 14 de Junho de 2021

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Rio Grande do Sul Em painel virtual, o governador Eduardo Leite discute o papel do Executivo no enfrentamento ao coronavírus

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Governador lembrou que, embora as restrições de circulação tragam consequências para a população, as medidas foram necessárias uma vez que a evolução do coronavírus era, inicialmente, desconhecida

Foto: Reprodução
Governador lembrou que, embora as restrições de circulação tragam consequências para a população, as medidas foram necessárias uma vez que a evolução do coronavírus era, inicialmente, desconhecida. (Foto: Reprodução)

O governador Eduardo Leite participou, na tarde deste domingo (26), do 1° Congresso Online MBL, promovido pelo Movimento Brasil Livre. O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, o secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, e o deputado estadual de São Paulo Arthur do Val também participaram do quarto painel do congresso, intitulado “O Executivo contra a pandemia.”

Leite lembrou que, embora as restrições de circulação tragam consequências para a população, as medidas foram necessárias uma vez que a evolução do coronavírus era, inicialmente, desconhecida.

“Se não tivéssemos feito essas restrições iniciais, o custo econômico poderia ser muito maior na medida em que as pessoas começassem a observar um caos se instalando e, assim, teríamos de tomar medidas ainda mais rigorosas”, ressaltou.

O Executivo vem elaborando um modelo de distanciamento social controlado, que seja responsável com a preservação de vidas, mas sustentável do ponto de vista econômico. O modelo deve ser adotado em maio e levará em consideração características regionais e setoriais.

Os participantes do painel também discutiram a situação política atual. “Política exige energia. Colocamos o foco em um problema e buscamos solucioná-lo. Quando é preciso administrar conflitos, desperdiçamos energia que deveria estar sendo investido nas soluções das crises sanitárias e econômicas”, afirmou o governador.

Leite lembrou que o RS é um Estado comprometido com o ajuste fiscal, aprovando privatizações de empresas e reformas previdenciárias e administrativas entre 2019 e o começo de 2020.

Mesmo assim, ressaltou que, perante a crise sanitária que está trazendo consequências econômicas – como a queda na arrecadação –, a intervenção do governo federal, trazendo socorro aos Estados, é indispensável. “Se não houver apoio, haverá um colapso, e quem sofrerá com a precarização dos serviços será a população”, alertou.

O 1° Congresso Online MBL também trouxe convidados para falar sobre liberdade política em tempos de pandemia, saúde no Brasil pós-pandemia, caminhos para sair da crise e o cenário nacional pós-pandemia. O painel do qual Leite participou foi mediado pelo coordenador do MBL, Rubinho Nunes.

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