Terça-feira, 02 de junho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
12°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Em Porto Alegre, ministro Miguel Rossetto, diz que o governo está no limite para negociar com os caminhoneiros

Compartilhe esta notícia:

Rossetto disse que o governo não admitirá o desabastecimento de combustíveis e alimentos por todo o Brasil, assim como problemas logísticos. (Foto: José Cruz/Abr)

O ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, esteve nesse sábado, em Porto Alegre, na 61 Feira do Livro. Na oportunidade, ele aproveitou para falar sobre a paralisação dos caminhoneiros, que iniciarão uma greve, por tempo indeterminado, na segunda-feira, com pretensão de atingir todo o País. O objetivo é pressionar pela renúncia da presidenta Dilma Rousseff.

Rossetto disse que o governo não admitirá o desabastecimento de combustíveis e alimentos por todo o Brasil, assim como problemas logísticos.

Conversas
O governo reforçou as conversas com lideranças de caminhoneiros em todo o País para impedir a paralisação. A preocupação do Planalto é que essa greve, se ocorrer, possa provocar desabastecimento de produtos nas cidades. A avaliação de assessores presidenciais é que a mobilização está sendo feita com objetivo eminentemente político, já que conta com a participação e convocação de grupos que pedem o impeachment de Dilma da Presidência, como o Movimento Brasil Livre e o Vem Pra Rua.

Nos últimos dias, a chefe de Estado brasileira fez pelo menos duas reuniões para tratar do problema, dada a grande preocupação com o tema. O Planalto não quer reviver a crise enfrentada no início do ano, quando rodovias foram bloqueadas, o que causou grande desgaste para o governo.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Entenda as novas mudanças nas regras da aposentadoria
O presidente Michel Temer disse que, se a economia melhorar, vai “repetir a dose” e liberar mais 2 bilhões de reais aos prefeitos
Pode te interessar