Domingo, 08 de novembro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de maio de 2023
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, foi recebida em Porto Alegre na noite desta quinta-feira (4/5) pelo governador Eduardo Leite e pela secretária estadual do setor, Arita Bergmann. Durante o encontro, no Palácio Piratini, foram discutidas políticas públicas e apresentada uma lista de reivindicações ao governo federal.
Dentre as demandas estão a evolução do limite de custeio para ações e serviços ambulatoriais e hospitalares de média e alta complexidade, o chamado “Teto Mac”. Leite frisou: “Pedimos a recomposição para poder habilitar novos serviços em hospitais do Estado, como os de Guaíba, Santa Maria e Caxias do Sul, inaugurado na semana passada”.
Outra item solicitado é a recomposição do teto de recursos para serviços e medicamentos de oncologia. A ministra garantiu que os pedidos apontados serão submetidos a análise pelo Ministério da Saúde, na busca por avanços no atendimento às necessidades do sistema.
Articulação
O governador gaúcho também destacou a importância da articulação entre os governos estaduais e federais, junto com as prefeituras, em prol da oferta de serviços qualificados à população:
“Nosso sistema pressupõe essa coordenação, tanto em atenção primária quanto em média e alta complexidade. Saudamos a ministra como alguém da área [cientista social, socióloga, pesquisadora e professora universitária, ela já presidiu a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro] e com disposição para reposicionar a pasta como coordenadora das políticas públicas de saúde no País, o que é fundamental”.
Nísia corroborou a ideia de restabelecer o diálogo e parceria: “Esse trabalho colaborativo e interfederativo é muito importante. Colocamos todo o nosso esforço para recuperar essa capacidade, com diálogo e trabalho junto aos secretários estaduais e municipais”.
Leite aproveitou para apresentar um breve panorama sobre as campanhas de vacinação e outras ações de enfrentamento da pandemia de covid. Detalhou, ainda, programas como o “Te Acolhe”, voltado para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), e “Assistir”, que redistribui incentivos estaduais aos hospitais.
Encerramento
Na parte final do encontro, a ministra da Saúde destacou o andamento da questão das filas de cirurgias eletivas no Rio Grande do Sul:
“Recebemos recentemente do Estado o plano para o Programa Nacional de Filas de Cirurgias Eletivas e vamos assinar, em breve, uma portaria aprovando a iniciativa, para avançar nesse ponto e, com certeza, também em outros temas”.
Ela permanece na Capital até esta sexta-feira (5). Durante a manhã, participará do evento de posse do novo diretor-presidente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), na Zona Norte.
(Marcello Campos)
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Esse senhor está sempre chorando recursos do governo federal em vez de se dedicar a reduzir o tamanho da máquina estatal para usar melhor os recursos em prol do cidadão gaúcho.
Esse governo rs só pede, não tem criatividade para projetos em prol da comunidade gaúcha, apesar das inúmeras vendas do patrimônio público. Ah e a máquina estatal não deve ser grande nem pequena, mas justa para o tamanho da demanda do povo, assim como é no resto do mundo.