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Política Envolvidos em atos terroristas em Brasília podem pegar mais de 20 anos de prisão

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Manifestantes radicais que invadiram prédios dos Três Poderes são presos.(Foto: Reprodução)

O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que todas as pessoas que participaram das invasões aos edifícios-sede dos Três Poderes em Brasília, que ele chamou de atos “terroristas”, serão presas e enfrentarão penas que podem ultrapassar os 20 anos.

“As pessoas que participaram desses atos, onde estiverem, serão presas em flagrante”, afirmou o ministro em entrevista coletiva. “Ainda há pessoas lamentavelmente falando em continuidade dos atos terroristas… Não conseguirão destruir a democracia brasileira”.

Dino acrescentou que as invasões e depredações são “terrorismo” e “golpismo”.

Pouco antes, em postagem no Twitter, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, disse que mais de 400 pessoas foram presas pelos atos de vandalismo e depredação. A Polícia Civil do DF, no entanto, afirma que são mais de 300 presos.

“Os procedimentos policiais estão sendo finalizados pelas unidades do Departamento de Polícia Especializada (DPE) da PCDF. Todos são suspeitos de participar dos atos criminosos praticados contra as sedes dos Poderes da República”, informou a corporação no Twitter.

Dino chegou a falar em cerca de 200 presos.

Apuração

Dino afirmou que haverá a apuração sobre a responsabilidade de quem deveria garantir o policiamento do centro do País.

Ele disse que houve uma mudança no plano de contingência das forças locais de segurança pública, mesmo diante de informações da vinda de ônibus para a capital.

Dino procurou isentar ao menos por ora Ibaneis de responsabilidade ao considerar na coletiva que houve uma análise mal feita ou prestaram informações erradas ao governador. Após a invasão aos prédios, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a intervenção federal na segurança pública do DF.

“É muito precoce para falar em responsabilidade jurídica do governador”, afirmou. “Não quero crer que o governador Ibaneis tenha sido conivente. Ele pode ter sido iludido”, emendou.

O ministro disse ainda que 40 ônibus foram apreendidos porque serviram como instrumentos de perpetuação dos crimes e que todos os veículos já foram identificados, assim como os financiadores.

Dino afirmou também que é inequívoca a “responsabilidade política” do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas ao menos por ora não há elementos para a responsabilidade jurídica dele.

“Politicamente é claro tendo em vista o que houve… é claro que a responsabilidade política é inequívoca”, disse, em referência a Bolsonaro. “Não vejo neste momento nenhum elemento de responsabilidade jurídica do ex-presidente da República”, completou.

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Jairo Vivian
9 de janeiro de 2023 11:35

Não aprovo esses atos. Mas tu deve lembrar em 2006, 2013, 2017 quando a esquerda fez a mesma coisa. Se não lembra. vai na Internet, ela não perdoa. Hohe em dia não tem mais ninguém bobo da corte.

Maria Cristina Martins Nocchi
9 de janeiro de 2023 06:32

Pasquim passador de pano de fascista! Tirem as aspas e descrevam os participantes tal como são! São terroristas bozolóides naziamarelos massa de manobra do bozolismo,sim, e sem aspas. Qual seria a designação empregada por este jornal que se diz isento caso os participantes dos atos fossem de esquerda ou de movimentos sociais?

Anderson Guerreiro
9 de janeiro de 2023 13:25

Kkkkkkkkkkk, os PATRIOTARIOS de direita, vão sentir na pele, e responder agora individualmente por seus crimes. PARABÉNS Otários.

Fernando Krause
9 de janeiro de 2023 15:19

https://noticias.uol.com.br/…/policia-usa-bombas-de-gas…

Fernando Krause
9 de janeiro de 2023 15:18

Muito semelhante ao que aconteceu contra o ex presidente Temer e a Reforma da Previdência, em 2017, quando “manifestações democráticas” da CUT, Força Sindical e demais sindicatos “socialistas” com seus “cumpanheros” fizeram exatamente o mesmo nos prédios dos ministérios, inclusive depredaram e incendiaram alguns deles.
É só ler a matéria abaixo para entender que o “modus operandi” dos terroristas de ambos episódios é o mesmo…

Sérgio Luis Martines
14 de janeiro de 2023 15:00

O Fernando Krause, mentira em 2017 havia mais de 200 mil manifestantes, ninguem invadiu nada, a manifestação não era para golpe, não era contra o STF, ninguém tacou fogo em nada, ninguém fez terrorismo, foi manifestação dentro da constituição, alguns vidros foram quebrados, mas a policia prendeu na hora e os vandalos foram julgados e pagaram pelos seus atos.

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