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Brasil Escola que homenageou Lula é rebaixada no carnaval do Rio de Janeiro

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Acadêmicos de Niterói contou a história do presidente Lula desde a infância no Nordeste.

Foto: Alex Ferro/RioTur
A escola ficou em último lugar do Grupo Especial do carnaval do Rio e foi rebaixada. (Foto: Alex Ferro/RioTur)

A Acadêmicos de Niterói ficou em último lugar e foi rebaixada do Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro na apuração dessa quarta-feira (18). A escola fazia sua estreia na elite das agremiações neste ano. Ao longo da apuração, ela recebeu apenas duas notas 10. Com o enredo “Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a Acadêmicos de Niterói contou, no desfile de domingo (15), a história do presidente Lula desde a infância no Nordeste, passando pela migração com a família para São Paulo, o trabalho como torneiro mecânico e a liderança sindical, até a Presidência da República.

A comissão de frente levou para a Sapucaí uma representação da rampa do Palácio do Planalto, lembrando a última posse de Lula, ao lado de integrantes da sociedade civil. Atores e bailarinos também representaram o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e os ex-presidentes Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro.

O carro abre-alas representou a região onde o presidente Lula nasceu: o agreste pernambucano, com uma mistura de exuberância e escassez. Em um dos carros, a escola trouxe uma crítica às políticas sociais da época do governo Bolsonaro e à forma como ele enfrentou a pandemia. Na parte traseira, o carnavalesco fez uma referência à prisão do ex-presidente.

A escola teve problemas na dispersão, com alegorias que ficaram presas na saída da avenida. O fim da apresentação teve correria e a alegoria continuou no local após o término do desfile. A escola seguinte, a Imperatriz, afirmou que foi prejudicada pelo incidente. O enredo da Acadêmicos de Niterói foi alvo de pelo menos dez ações judiciais e representações no Ministério Público e no TCU que tentaram impedir o desfile ou suspender e reverter repasses de recursos públicos.

As iniciativas alegavam que trechos do samba e da apresentação configurariam propaganda eleitoral antecipada do presidente Lula – a Lei Eleitoral só permite propaganda após 16 de agosto. Também houve pedidos para barrar a presença do presidente na Marquês de Sapucaí e para restringir manifestações consideradas ataques a adversários.

O caso chegou ao plenário do TSE, que, por unanimidade, negou liminar para proibir o desfile, sob o argumento de que a intervenção poderia caracterizar censura prévia. Ministros, porém, alertaram que eventuais condutas na Avenida poderiam ser analisadas posteriormente e resultar em punições.

Após o julgamento, o PT orientou integrantes a evitar atos que pudessem ser interpretados como propaganda antecipada. O governo federal negou irregularidades, afirmou que não participou da escolha do enredo e sustentou que o apoio financeiro às escolas – outro ponto questionado pela oposição – é recorrente.

Depois do desfile, Lula elogiou a apresentação nas redes sociais. A oposição reagiu, com críticas e anúncios de novas medidas judiciais, novamente alegando promoção eleitoral antecipada e uso indevido de recursos públicos. Partidos e parlamentares, sobretudo os ligados à bancada evangélica, também criticaram uma das últimas alas da escola, a “Neoconservadores em conserva”, que trazia famílias dentro de latas, algumas com adereço com referência religiosa.

Na segunda-feira (16), a escola divulgou uma nota pública na qual afirma ter sofrido perseguições durante o processo de preparação para o carnaval devido ao enredo escolhido.

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Cezar Roldão Schuaste
19 de fevereiro de 2026 16:43

Rapaz procurei para ver se é verdade e é, cagaram no carro alegorico do Lula, tudo dentro do normal esquerdalha….

Vanderlei Stefani
19 de fevereiro de 2026 11:27

Paradoxo do gado: odeia carnaval, mas comemora resultado de desfile de escola de samba

Vanderlei Ochoa
19 de fevereiro de 2026 07:32

A escola foi rebaixada mas o ESTADISTA LULA só sobe nas pesquisas.

Glaucio dos Santos Brum
18 de fevereiro de 2026 21:40

A coerência dos jurados ao rebaixar essa escola foi um sinal de pura sensatez. O carnaval é uma festa de cunho religioso e cultural, não político-ideológico como se apresentou. A imagem de um dos maiores espetáculos da terra não pode ser comprometida por atos irresponsáveis e tendenciosos, além de completamente ridículos, na falta de palavra mais apropriada. A justiça foi feita, ao menos pelo corpo de jurados, uma vez que a cúpula do judiciário do país há muito esqueceu o significado dessa palavra.

Ricardo Vicari Fernandes
19 de fevereiro de 2026 04:57
Responder para  Glaucio dos Santos Brum

Com esta FACADA, Lula espera que o Efeito Bolsonaro – Minas ajude sua imagem de coitadinho perseguido. Ab.

Jorge Bressan
18 de fevereiro de 2026 21:23

A escola entrou com um recurso que foi negado,segundo os jurados faltou os carros alegóricos de Curitiba,Mensalão, Petrolão, triplex,sitio de Atibaia e por ai vai.

Ricardo Vicari Fernandes
19 de fevereiro de 2026 04:59
Responder para  Jorge Bressan

Exato, faltou a jaula de Curitiba. Boa.

Adalberto Meneguzzi
18 de fevereiro de 2026 21:16

Toma, verme!!! Kkk

Vitor
18 de fevereiro de 2026 20:49

Parabéns!

Eduardo R
18 de fevereiro de 2026 20:36

O objetivo foi alcancado… Der Untergang. hehehe

Vanderlei Stefani
18 de fevereiro de 2026 19:23

O objetivo foi alcançado, Lula foi homenageado e o palhaço continua preso

Ricardo Vicari Fernandes
19 de fevereiro de 2026 05:03
Responder para  Vanderlei Stefani

O objetivo era verificar QUEM pagou a homenagem. Lubrax, kKká. Flabanks.

Adalberto Meneguzzi
18 de fevereiro de 2026 21:17
Responder para  Vanderlei Stefani

Comprou a homenagem com nosso dinheiro, otário!!

Vanderlei Stefani
19 de fevereiro de 2026 09:33
Responder para  Adalberto Meneguzzi

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