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Colunistas Escolas cívico-militares

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Quem tem mais de 50 anos de idade vai lembrar que estudamos em escolas com forte viés de civismo e disciplina

Foto: Agência Brasil
Escolas de tempo integral terão um aumento de 54,6% na verba destinada à merenda para o ano de 2026. (Foto: Arquivo/EBC)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Tenho acompanhado os movimentos e ações de divulgação para implantação das escolas cívico-militares, no Rio Grande do Sul. O movimento é legítimo e extremamente importante, esforçando-se para trazer mais qualidade ao ensino com disciplina como base, enaltecendo o respeito aos mestres e amor à pátria.

Quem tem mais de 50 anos de idade vai lembrar que estudamos em escolas com forte viés de civismo e disciplina. Filas organizadas por classe, cantar o hino nacional em datas comemorativas, ir para sala de aula em ordem e em silêncio.

Em aula, só falávamos quando chamado pelo professor. Levantar quando outro professor entrava na sala de aula. Respeito aos horários.

Evidente que num ambiente de mais disciplina e respeito, as possibilidades de um melhor aprendizado são potencialmente bem maiores. Mas, ainda sim, sem garantia de nada!

Entrando mais a fundo na questão, a educação é uma prestação de serviços de
transferência de conhecimento através de profissionais treinados para este fim. Sendo o aluno, em última análise, o beneficiário destes serviços, que nas escolas públicas são pagos por todos nós.

Investimento de médio prazo para que tenhamos bons profissionais na sociedade. A nova escola, seja ela cívico-militar ou as antigas escolas públicas, devem implantar o que já tivemos, ou seja, educação baseada fortemente nos conceitos de causas e consequências.

Temos que ter a humildade de reconhecer que o sistema de aprendizado pelo “fluxo” faliu ! Sem avaliação da qualidade do ensino, tipo Código de Defesa do Consumidor, as escolas públicas seguem emitindo certificados de conclusão de ensino médio sem que o portador não domine nem a metade do conteúdo previsto.

É um estelionato, pois a escola atesta no certificado, mas sabe que o aluno não sabe! Os diplomas de escolas públicas atualmente têm seu “modus operandi” dos antigos passadores de cheques sem fundos.

As escolas têm que ir para o SPC, e quem assina o certificado para a prisão!

* Rogério Pons da Silva, jornalista e empresário industrial

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Fernando Krause
4 de julho de 2025 13:45

As escolas cívico-militares são tudo o que a extrema esquerda não quer, pois querem continuar o seu domínio nefasto na mente dos inocentes alunos.
As universidades públicas são o pior exemplo do estrago que já fizeram e continuam fazendo, criando alunos militantes “socialistas” em vez de formar profissionais de qualidade.
Depois ainda tem os professores militantes políticos, que através da sua autoridade minam e oprimem os alunos para lutarem pela causa “socialista”.
Parabéns ao colunista pelas sábias palavras!

Jorge Bressan
5 de julho de 2025 00:56

Parabéns e o difícil é acreditar que tenha gente contra, inclusive tem um partido que foi a ONU para pedir a proibição da criação destas escolas!!

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