Segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 29 de outubro de 2025
Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, estiveram reunidos nesta quarta.
Foto: ReproduçãoO governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, anunciaram nesta quarta-feira (29) a criação de um Escritório Emergencial de Combate ao Crime Organizado. O núcleo será organizado pelo secretário de segurança do Rio, Victor Santos.
Castro e Lewandowski e reuniram no fim de tarde no Palácio Guanabara, no Rio, para debater medidas sobre o combate ao Comando Vermelho, um dia depois que uma megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão deixou mais de 120 mortos.
Além de anunciar medidas, eles também falaram de temas como a denominação “narcoterrorismo”, usada pelo governo do estado do Rio para se referir ao Comando Vermelho, e ao uso de Garantia da Lei e da Ordem na segurança pública – Castro disse que não há necessidade de pedí-la ao Governo Federal.
Além do escritório, Lewandowski enumerou ainda outras medidas que terão apoio do Governo Federal como o aumento do efetivo da Polícia Rodoviária Federal em 50 homens e do aumento do efetivo de inteligência do governo federal no estado.
O ministro afirmou que o governo vive uma crise orçamentária, mas quer colaborar com o governo do Estado do Rio: “Dentro do possível, vamos cooperar para sair o mais rápido possível dessa crise de segurança. Disponibilizamos algumas vagas nos presídios federais. Disponibilizamos peritos que podem ser convocados”.
“Vamos tomar algumas medidas emergenciais e o escritório de enfrentamento, onde vamos conjugar as forças estaduais e federais. Tem o sentido de não criar uma força burocrática, e sim para tomar decisões rapidamente até que a crise seja superada”, acrescentou o ministro. Ele afirmou ainda que o escritório e um embrião da PEC da Segurança Pública, que ainda será levada a votação no congresso.
Lewandowski disse também que há um projeto de lei para aumentar as penas para diversos crimes é que foi entregue um plano anti-facção “bastante abrangente”.
Lewandowski e Castro falaram também sobre a possibilidade de pedido de uma operação com base na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
“Não há nenhuma posição do governo federal contra ou a favor da GLO. A GLO é uma operação excepcional em que as forças armadas comandam as forças de segurança local. Isso depende de solicitação do governador”, disse Lewandowski.
Castro disse que nunca pediu GLO: “Nem se cogitou em pedir GLO. A situação é completamente diferente de 2018. Temos salários decentes, equipamentos, infraestrutura. Em momento nenhum eu falei que preciso de GLO, como emoutros momentos se precisou”.
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Entrar na favela e meter o pé nas portas dos favelados é fácil. Queremos ver eles pegarem os mandantes do asfalto.
O ministro afirmou que o governo vive uma crise orçamentária
Que ele mesmo ( o governo) criou.
Como é fácil dar opinião furada, sentado no conforto da sua poltrona. A polícia está combatendo aqueles que vendem drogas para as crianças nas escolas, para os jovens nas baladas, com o risco à própria vida. Mas não surpreende os defensores da democracia relativa se colocarem ao lado dos criminosos.
Engraçado, mas o RJ na época do Temer (2018) passou por uma G L O , e o “General” P r a g a Netto que esta P R E S O por tentativa de G O L P E de estado não fez N A D A ( só lobby ) , o RJ esta sendo “governado” pela extrema-direita desde 2019. que TB não FEZ nada, mas a culpa é sempre dos outros , não é mesmo???
Brasil literalmente dividido, basta ver no mapa quais governadores vão a reunião com Claudio Castro(RJ) hoje…