Sexta-feira, 26 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de maio de 2024
Após ataque do Hamas, Israel invadiu a Faixa de Gaza em outubro do ano passado
Foto: DivulgaçãoNoruega, Espanha e Irlanda anunciaram nesta quarta-feira (22) o reconhecimento de um Estado Palestino independente. A decisão conjunta, que será formalizada na terça-feira (28), foi tomada depois de a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) ter aprovado uma resolução que abre caminho para o reconhecimento da Palestina como Estado-membro da entidade.
Desde o início dos bombardeios de Israel na Faixa de Gaza, em resposta aos ataques terroristas do Hamas de 7 de outubro de 2023, os governos da Espanha e da Irlanda têm feito oposição ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. A ofensiva já deixou mais de 35 mil mortos, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. Na incursão terrorista em Israel, o Hamas matou mais de 1,2 mil pessoas e fez centenas de reféns.
O premiê irlandês, Simon Harris, disse esperar que outros países façam o mesmo nas próximas semanas. “Hoje, a Irlanda, a Noruega e a Espanha anunciam que reconhecemos o Estado da Palestina”, afirmou Harris em uma coletiva de imprensa. “Antes do anúncio, falei com vários outros líderes e estou confiante de que mais países se juntarão a nós para dar esse importante passo nas próximas semanas”, acrescentou.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, criticou o premiê israelense: “Pedimos um cessar-fogo. Mas não é suficiente. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se faz de surdo e continua castigando a população palestina”.
“Lutar contra o grupo terrorista Hamas é legítimo e necessário, mas Netanyahu está gerando tanta dor e tanta destruição e tanto ressentimento em Gaza e no resto da Palestina, que a solução de dois Estados está em perigo”, afirmou Sánchez.
Reação israelense
O Ministério das Relações Exteriores de Israel disse nesta quarta que ordenou a saída imediata de seus embaixadores da Irlanda, Noruega e Espanha em resposta à postura dos três países em relação ao reconhecimento de um Estado Palestino.
Os embaixadores dessas nações em Tel Aviv também foram convocados para comparecer ao Ministério das Relações Exteriores de Israel. O ministro da pasta, Israel Katz, afirmou que a decisão de reconhecer um Estado Palestino “minou o direito de Israel à autodefesa e os esforços para devolver os 128 reféns detidos pelo Hamas em Gaza”.
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Enquanto Israel não formar e financiar um Governo Pró-Israel em Gaza, será uma Guerra perdida. Os Terroristas do Hamas já deviam ter saido do controle Governamental em Gaza.
Hamas continua recebendo dinheiro de fontes Oficiais e Legais, como do Brasil. Não só do Irã.
Nada disso estaria acontecendo se a Palestina tivesse aceitado a Resolução da ONU criando o País da Palestina em 1948, com a concordância de Israel. Em vez disso, não aceitou e atacou Israel juntamente com outros Países Árabes. É só não atacar Israel que a Paz será garantida por parte de Israel. Não é verdade que Israel impõe algo na Palestina. Particularmente, para mim isso é um erro, para mim Israel devia estar Financiando um Partido Pró-Israel. Só assim para ter Paz. O ódio dito não vem de Israel. E sim de pessoas más que tem obstinação de querer matar… Leia mais »
Mais do que na hora. – Parabéns pela decisão.
Só a tal O.N.U. – Incompetente, não consegue se impor e delimitar esse território frequentemente invadido por Israel para lá, colocar bairros inteiros de judeus para provocar a íra dos palestinos.
Depois quando são agredidos se fazem de vítimas perante o mundo e criam bom motivo para descarregar todo seu ódio sobre aquele território limitado e encolhido pela arrogância dos dominadores de terras.
Esse território declarado como Nação independente pelo mundo impediria os avanços de Israel e instalaria alí a PAZ e o respeito mutuo, mas não….. enquan…See more
Legalizar o Hamas, e o mesmo que dizer podem matar quem vocês quiserem!!!