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Porto Alegre Especialistas holandeses vistoriam ilhas de Porto Alegre

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O estudo contará com um plano emergencial a ser apresentado em quatro meses

Foto: Sergio Louruz/SMAMUS/PMPA
O estudo contará com um plano emergencial a ser apresentado em quatro meses. (Foto: Sergio Louruz/SMAMUS/PMPA)

Técnicos da universidade holandesa TU-Delft vistoriaram, nessa segunda-feira (22), o bairro Arquipélago, composto pelas ilhas da Pintada, das Flores, do Pavão, Grande dos Marinheiros e Mauá. A universidade e a prefeitura de Porto Alegre assinarão uma cooperação bilateral, por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), para elaborar o Plano Urbanístico Ambiental para Desenvolvimento Sustentável das Ilhas de Porto Alegre. A medida faz parte do Plano Estratégico de Reconstrução da cidade por conta das enchentes históricas de maio.

O estudo contará com um plano emergencial, a ser apresentado em quatro meses, com soluções de reassentamento, regularização fundiária, adaptações para as moradias e obras necessárias para minimizar os impactos das cheias nas ilhas. Um segundo plano urbanístico, a ser realizado em 18 meses, pretende definir o planejamento urbano específico com a inclusão efetiva do território no Plano Diretor e um plano de obras estruturais como intervenções viárias e saneamento para minimizar o impacto das cheias do Guaíba no futuro.

O trabalho será coordenado pela universidade holandesa com apoio de parcerias locais. Os recursos do PNUD serão de R$ 7,350 milhões. Conforme dados de 2022 do IBGE, no bairro Arquipélago residem 6.411 moradores, em 2.853 domicílios. Nesta terça-feira (23), a equipe técnica tem reunião com o prefeito para alinhar os últimos detalhes da cooperação.

O Plano Estratégico de Reconstrução de Porto Alegre foi estruturado em seis eixos: recuperação da infraestrutura e equipamentos públicos, habitação de interesse social, projetos urbanos resilientes, recuperação de atividades empresariais e financiamentos, adaptação climática e monitoramento e transparência.

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João Souza
23 de julho de 2024 13:12

Dinheiro posto fora com planos mirabolantes pra resolver um problema que nossa engenharia poderia resolver. O problema é que estes planos ficarão engavetados, porque será preciso tanto dinheiro que o Estado não tem e com o Governo Federal não se pode contar, pois só faz promessas vazias. O tal Pimenta não vai querer abraçar este pepino. Fazer dragagem nos rios seria bem mais barato.

Cerenita Tessmann
23 de julho de 2024 16:06

ACHO LOVAVEL AJUDAR TODOS QUE PASARAM POR ESTA TRAGÉDIA MAIS NAO DEVEM PENCAR EM PORTO ALEGRE TEN CIDADE PEQUENAS COMO CRUZEIRO DO SUL QUE FOI VARIDA PELA ENCHENTE NAO ESTA TENDO AJUDA ALGUMA TA FALTANDO TUDO PRINCIPALMENTE ALIMENTO AGUA ENQUANTO NOUTROS LUGARES TEM DEPOZITOS CHEIO DE MRECADORIA COMO AGRA QUE TA FALTANDO ESTA VENCENDO DEVEM DAR UMA ENVERTIGADA NA CIDADES MENORES QUE VAO ACHAR E UM DEZABAFO E TRITESA OBRIGADO

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