Quarta-feira, 07 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Especialistas internacionais em catástrofes vão ajudar o Rio Grande do Sul

Compartilhe esta notícia:

André Machado, Rachel Weintraub, Cláudio Goldsztein, Marcos Cherem, todos da ONG internacional Cadena. (Foto: Reprodução)

Sem preparo para lidar com situações de catástrofes, como as recentes tragédias em Brumadinho (MG), Mariana (MG), São Sebastião (SP) e Petrópolis (RJ), o Brasil passou a receber a ajuda humanitária de especialistas internacionais em catástrofes. Uma equipe que atuou em países como México, EUA, Israel, Guatemala, Turquia, Espanha e Honduras desembarcou no Rio Grande do Sul na semana passada.

Além de mapeamento de processos, a ONG internacional Cadena disponibilizou ferramentas de tecnologia de gestão e planeja capacitar voluntários para ajudar na tragédia, além de fazer a entrega de purificadores de água para aqueles que estão precisando de apoio, mas não estão nos abrigos.

Bombeiros

Em outra frente, nove bombeiros militares de Sergipe, especialistas em catástrofes e um cão farejador destinados para ajudar no resgate de vítimas das enchentes causadas pelas chuvas que atingem o Rio Grande do Sul, já estão em missão no Estado, segundo informou a Secretaria de Segurança Pública.

A equipe iniciou os trabalhos de resgate na última quinta-feira (9), no município de Pelotas, e na sexta-feira (10) foram remanejados para Rio Grande, onde havia um alerta de sinal vermelho com relação ao aumento do nível da água na Lagoa dos Patos. Cinco dos militares são especialistas em atendimentos em cenário de inundações e já atuaram em situações similares, como Brumadinho (MG).

Mesmo sem o volume de água esperado para Lagoa dos Patos ter sido alcançado, já havia enchentes por diversas localidades de Rio Grande, onde os bombeiros militares de Sergipe estão atuando. Na região, pessoas das comunidades ribeirinhas e das ilhas ainda resistiam em deixar os locais.

“Diante da situação de resistência de parte da população por estarem habituados a permanecerem em barcos, a orientação geral que é repassada pela equipe do CBMSE é de sinalizar a presença de pessoas com a cor azul. As pessoas que desejarem sair, devem usar a marcação vermelha”, explicou a aspirante Mirian Oliveira da Silva, do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE).

Na missão o Governo de Sergipe, por meio do CBMSE, enviou viaturas, botes para salvamento, drones e outros equipamentos de salvamentos necessários para atuação em situações de desastres como a vivenciada pelo Rio Grande do Sul. As informações são do jornal O Globo e do governo de Sergipe.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Vice de futebol do Grêmio critica CBF: “Não entenderam o que estamos passando”
Tragédia no Rio Grande do Sul: saiba como destinar Imposto de Renda para ajudar as vítimas
Pode te interessar