Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 10 de fevereiro de 2021
Os morros do Parque da Guarita ganham iluminação colorida desde o início de 2021. A iniciativa marca a comemoração dos 50 anos do Parque. O espetáculo de luzes que encanta a todos, ocorre diariamente, durante cerca de três horas, em torno das 20h30min e 23h30min. A iniciativa integra o projeto de revitalização do Parque que visa firmar este patrimônio ambiental no patamar de turismo internacional.
Desde janeiro, à noite, 32 refletores dão cor aos morros do Parque. Eles são apontados para as rochas, com o propósito de evitar impacto na fauna e flora. Por enquanto, a iluminação que é a mais nova atração do Parque deve ficar até o fim da temporada de verão. Mas a Secretaria Municipal de Turismo pretende obter licença ambiental para permanência desta magia que deslumbra visitantes e moradores, informa o secretário Fernando Nery. Outra boa notícia é de que o investimento é autossustentável. O custo é pago com o montante recolhido na portaria do Parque.
Além do colorido dos morros, que têm atraído mais visitantes ao Parque, o local está recebendo muitas melhorias. Nos últimos dias, dentro do projeto de revitalização, teve toda sinalização renovada para melhor e mais eficiente orientação ao público. Ainda dentro do propósito do Parque da Guarita se reestruturar para bem recepcionar seus visitantes, a Prefeitura realizou uma licitação em fins de 2020 para concessão de novo restaurante, O antigo já não operava no lugar há mais de 20 anos. A grande preocupação da Secretaria do Turismo é a preservação do meio ambiente porque este é o maior patrimônio de Torres, salienta Nery.
O Parque da Guarita, denominado oficialmente Parque Estadual José Lutzenberger, é uma Unidade de Conservação Brasileira. Criado para valorizar e preservar o lugar, teve seu início em 28 de dezembro de 1971, com um decreto que declarou a área de utilidade pública, e leva desde 2003 o nome do reconhecido ambientalista José Lutzenberger. O projeto do Parque foi desenvolvido pelo famoso paisagista paulista, Burle Marx e a execução foi conferida a Lutzenberger, engenheiro agrônomo que foi um dos fundadores da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e um dos principais entusiastas do Parque.
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Depois de 50 anos que resolveram fazer melhorias, por que não constroem Piscinas junto as áreas perigosas dos rochedos, cerca de proteção junto aos penhascos, alargamento das escadas com corrimão?
Se quiserem sugestões, reportem-se às minhas enviadas ao Gabinete do Prefeito e Secretário do Meio Ambiente, fotos e informações do Parque Doze Apóstolos, na Austrália, que nem ao menos se dignaram acusar o recebimento.
Isto é a verdadeira pseudo gestão desses administradores. Se a proposição não for deles, probabilidade ZERO de avaliar.