Quarta-feira, 29 de julho de 2026
Por Flavio Pereira | 9 de setembro de 2020
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
A atuação do Brasil no enfrentamento do coronavírus teve um aspecto importante, se observarmos o lado social. O Governo Jair Bolsonaro já investiu R$ 605 bilhões em medidas para combater os efeitos econômicos e sociais da Covid-19. O valor é expressivo, se comparado com outras economias mundiais, segundo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP). Com esse volume de investimentos para o combate aos efeitos econômicos e sociais, o Brasil se tornou referência, com investimento sendo 8,4% do PIB 2020, média superior a países avançados (7,1%).
Pergunte ao STF
Ontem, Eduardo Bolsonaro fez a seguinte observação:
-No início da pandemia o STF decidiu que os poderes para decretar quarentenas e lockdowns eram de prefeitos e governadores. Pergunta a eles agora sobre emprego e economia.
O dilema do governo gaúcho para arrecadar mais R$ 3 bi
O governo do Rio Grande do Sul enfrenta um dilema, ao propor a chamada Reforma Tributária, que projeta arrecadar mais R$ 3 bilhões dos contribuintes gaúchos. A outra opção seria pedir a prorrogação do aumento do ICMS que o governador Eduardo Leite prometeu encerrar em dezembro deste ano. O projeto que está na Assembleia Legislativa, portanto, tem a finalidade de substituir o atual mecanismo e manter, mediante aumento de impostos, uma receita extra em torno de R$ 3 bilhões. A proposta tal como está será derrotada no Legislativo, inclusive com votos de partidários do governador e de seus aliados do MDB, PP, PTB e DEM.
Federação dos Municípios a favor do aumento de impostos
De olho na parte que os municípios receberão – cerca de R$ 850 milhões – a Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul, presidida pelo petista Maneco Hassen, prefeito de Taquari, sinaliza que vai apoiar o aumento de impostos proposto pelo tucano Eduardo Leite.
Eduardo Paes, candidato a prefeito do Rio, denunciado por receber R$ 10,8 milhões da Odebrecht
A política do Rio é mesmo um emaranhado de relações que misturam eleições e crime. Amigo pessoal do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o candidato à prefeitura do Rio pelo DEM, Eduardo Paes, também amigo e parceiro dos ex-governadores Sergio Cabral e Pezão, e do ex-presidente Lula, foi alvo ontem de uma busca e apreensão em seu apartamento em São Conrado. A ordem foi expedida pelo juiz Flavio Itabaiana, da 204ª Vara Eleitoral, que apura a denúncia de que ex-prefeito teria recebido R$ 10,8 milhões do Grupo Odebrecht para o financiamento de sua campanha eleitoral em 2012.
Paes tem outro processo
Este não é o único processo que envolve o candidato a prefeito do Rio. Em março deste ano, Eduardo Paes virou réu na Justiça Federal por corrupção passiva, fraude em licitação e falsidade ideológica em outro processo por suposto direcionamento na licitação para a construção do Complexo de Deodoro para as Olimpíadas de 2016. Segundo a denúncia, quase R$ 120 milhões foram desviados.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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Esses jornais acabam emburrecendo ainda mais a população. Que desserviço. Dólar nas alturas, desemprego estrutural, país sem norte, sem projeto, sem políticas públicas e os caras ficam passando pano pra esse governo.
RS —Governador mimozo levante a bunda( no sentido de trabalhar ) alguém acredita em outra coisa de partido socialista .
Bolsonaro tem razão
Esse cronista é um fanatico do bolsonarismo.
Disse tudo! Proporcionalmente e o governo que mais investiu nessa crise, que colocou dinheiro direto na conta de mais de seis mil hospitais, transferiu recursos para Estados e municípios que irresponsavelmente fecharam a economia, e ao contrário do que previam, fecharemos com PIB. Abaixo de – 6%. O menor juro da história e mais de 20 meses sem corrupção no governo federal. Peitou Congresso, Senado, STF é grande mídia, que só mamam…Tem muito, muito mais e o espaço não permite. Só os cegos políticos não encheram, por não querer ver.