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Brasil Estudante é preso sob suspeita de ameaçar o deputado federal Nikolas Ferreira de morte

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O próprio deputado disse que era perseguido pelo jovem desde 2023 e compartilhou algumas ameaças recebidas e como: "Nikolas eu vou te matar a tiros". (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

Um estudante foi preso em flagrante pela Polícia Federal por ameaçar de morte nas redes sociais o deputado federal mineiro Nikolas Ferreira (PL). A ação aconteceu no interior do Espírito Santo. Ele foi liberado após assinar um termo circunstanciado.

A cidade onde ocorreu a prisão e a identidade do preso não foram divulgadas pela PF, apenas que ele foi levado para uma unidade da PF em São Mateus, no Norte do estado. O deputado divulgou nas redes sociais que o estudante detido é Adalto Gaigher Junior.

Segundo a PF, um inquérito foi instaurado para apurar outros fatos relacionados ao investigado, bem como a eventual participação de terceiros no crime.

Ainda de acordo com o órgão, a prisão ocorreu após representação do parlamentar pela continuidade das investigações e pela persecução penal do crime de ameaça.

Um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo delito de ameaça (art. 147 do CP) foi lavrado e o preso, que contava com assistência de advogado, foi liberado após o procedimento, mediante compromisso de comparecer ao Poder Judiciário.

Ameaças nas redes

A postagem feita pelo estudante foi publicada na véspera de uma viagem programada do deputado ao estado.

O próprio deputado disse que era perseguido pelo jovem desde 2023 e compartilhou algumas ameaças recebidas e como: “Nikolas eu vou te matar a tiros”.

Em outras postagens feitas por Nikolas, o deputado apontou que o preso era estudante de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), informação confirmada pela universidade.

A conta do estudante mencionado pelo deputado foi encerrada no X, antigo Twitter.

A Universidade Federal do Espírito Santo publicou nas redes sociais uma nota após a prisão do estudante.

“A Administração Central da Ufes afirma que repudia qualquer tipo de manifestação que incite à violência, ao ódio ou à discriminação expressa por qualquer meio ou veículo, incluindo as plataformas digitais. Denúncias, para serem formalizadas, devem ser encaminhadas à Ouvidoria da Universidade pelo endereço http://falabr.cgu.gov.br, que adotará as providências legais cabíveis.”, publicou no X, antigo Twitter.

A Universidade disse ainda que a prisão não foi feita dentro do campus. Declarou que ao tomar conhecimento dos fatos, autuou um processo e encaminhou para a Diretoria de Prevenção, Mediação de Conflitos e Correição, unidade competente para apuração dos fatos e adoção das providências cabíveis. Somente após essa investigação será possível definir os encaminhamentos.

O preso foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em São Mateus, no Norte do estado, para a lavratura dos procedimentos de polícia judiciária. O g1 não conseguiu localizar a defesa do estudante, espaço segue aberto para posicionamento.

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Cezar Roldão Schuaste
13 de setembro de 2025 13:24

Inclusive ser excluido dos comentários quando não debate e só destila ódio.

Cezar Roldão Schuaste
13 de setembro de 2025 13:23

Todo aquele que fazer apologia e aplaudir o assassinato por divergências de idéias, deve sim ser expulso da escola, faculdade e principalmente da empresa para evitar danos e contaminação aos colegas. Empresarios fiquem atentos antes que saia do controle.

Miltch Mitch
14 de setembro de 2025 17:19

Força Nicolas. Eu estou denunciando que faz apologia ao crime contra a vida dos outros.

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