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Colunistas Estudo de cientistas de Stanford aponta ineficácia de fechamento do comércio

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Cientistas financiados pelo fundo especial de Stanford apresentaram estudo relevante sobre fechamento de negócios para enfrentamento à Covid. (Foto: Divulgação/Stanford)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Um robusto estudo cientifico de renomados cientistas da Stanford University, financiado com o apoio do Stanford Covid Seroprevalence Studies Fund e publicado pelo conceituado “European Journal of Clinical Investigation”, conclui pela inexistência de benefícios relevantes no combate ao coronavírus com a adoção medidas de fechamento de negócios.

O estudo foi denominado “Avaliação dos efeitos obrigatórios de permanência em casa e fechamento comercial na disseminação do Covid”. A Stanford University é considerada uma das cinco universidades norte-americanas de maior prestígio do mundo.

Conclusões do estudo

“Embora pequenos benefícios não possam ser excluídos, não encontramos benefícios significativos no crescimento de casos de NPIs (“medidas não farmacêuticas”, em inglês) mais restritivas. Reduções semelhantes no caso de crescimento podem ser alcançadas com intervenções menos restritivas”.

“Em resumo, não conseguimos encontrar fortes evidências que apoiem um papel para NPIs mais restritivas no controle de Covid no início de 2020”.

“Não questionamos o papel de todas as intervenções de saúde pública, ou das comunicações coordenadas sobre a epidemia, mas não conseguimos encontrar um benefício adicional de pedidos de estadia em casa e fechamento de negócios”.

“Os dados não podem excluir totalmente a possibilidade de alguns benefícios. No entanto, mesmo que existam, esses benefícios podem não corresponder aos numerosos danos dessas medidas agressivas”.

“Intervenções de saúde pública mais direcionadas que reduzam mais efetivamente as transmissões podem ser importantes para o controle futuro da epidemia sem os danos de medidas altamente restritivas.”

Estados têm autonomia

Como seria de se esperar, o Ministério da Saúde contrapôs ontem a nota do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde, subordinados aos governadores, na qual queixam-se da falta de uma liderança nacional para estabelecer diretrizes de combate à doença em todo o País e defendendo medidas de restrição em nível nacional.

O ministério lembra que Estados e municípios “têm autonomia” para definir suas próprias medidas. Conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

O Ministério da Saúde, dentro dessa realidade da autonomia assegurada pelo STF, lembrou que cada região pode tomar a decisão que entender adequada, de acordo com seu contexto.

“Cabe reforçar, ainda, que Estados e municípios têm autonomia para definir a organização local de acordo com a necessidade e situação epidemiológica de cada região”, destaca nota do Ministério.

Dilema com fechamento

A desativação dos hospitais de campanha por diversos governadores e prefeitos, e para cujo investimento foram direcionados recursos do governo federal, quando da primeira onda da Covid, passou a ser questionada.

Embora a desativação dos hospitais de campanha tenha resultado de decisão dos governadores, a ministra Rosa Weber, do STF, ordenou que a União reative leitos de UTI desmontados no momento de arrefecimento do contágio.

Como seria natural neste caso, o Ministério da Saúde negou a “desabilitação ou suspensão do pagamento de leitos”, que, segundo o ministério, tem sido feito conforme demanda dos governadores.

O Ministério lembra ainda a medida provisória publicada na última quinta-feira (25) e que libera R$ 2,8 bilhões à União para, dentre outras ações, custeio de leitos. Basta a solicitação dos governadores.

A vez de Porto Alegre

Andou bem o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, ao levar pessoalmente à Câmara de Vereadores o projeto de lei que autoriza o município a “celebrar contratos, convênios ou outros instrumentos” para a aquisição de vacinas e de insumos destinados à imunização contra o coronavírus.

Ele obteve dos vereadores a garantia de que o projeto será “votado e aprovado” nesta quarta-feira. A capital gaúcha vai integrar um consórcio que deve ser firmado pela Frente Nacional de Prefeitos com essa finalidade.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Edu Filho
2 de março de 2021 11:40

Rio Grande do Sul o PIOR ESTADO 😡🤬🤬🤬 Na GESTÃO da PANDEMIA, “DADOS do BANCO CENTRAL”. 23/02/2021.
Parabéns. “Mentiroso de Campanha Eduardo Leite.” 🗑💩💩💩💩
Quero saber dos 2 Bilhões 💵💵💵 que o Presidente da República enviou para a Saúde no Rio Grande do Sul e o ” Mentiroso de Campanha “, utilizou para pagar o Salário da Companheirada??? E não utilizou para a Saúde? 💩💩💩 Vão VOLTAR A Votar Neste LIXO??? 🗑

Jorge Schröder
2 de março de 2021 11:53

A ciência é sem dúvida o Norte de ações nestes casos. Desde o início havia esta suposição sobre o trancamento de pessoas em casa. Agora as evidencias de entidades científicas sérias, apoiadas pela ONS tem enfatizando isto. Antes tarde do que nunca. FIQUE EM CASA represou a doença, que agora mostra suas guarras. Politizar o assunto é muito baixo, no ponto de vista humano. Bem como fechar tudo, pode ser ótimo para quem tem salário garantido…não é meu caso.

Ck Ps
2 de março de 2021 15:24

talvez o estudo tenha fundamento e seja válido, nao sei. Mas sei que vivemos realidades distintas, basta ver o ônibus que desloca os trabalhadores. Aqui, todos irão apinhados e alguns nao querendo sequer usar máscara pq o animal diz n ser importante. Lá, o primeiro ministro se esforça pela vacinação e adota uso de máscaras. Aqui, o presidente nega a doença e nao adota medidas simples como evitar aglomeração o que facilitaria nossa volta a normalidade.

Adroaldo Mousquer
2 de março de 2021 17:30

QUEREM A VERDADE? Coloquem Rede Tv (que é a dona do O Sul) no Wikpedia e leiam até o fim. Especialmente o fim. Entenderão porquê da defesa incoerente do Adolf Naro.

Vilson Scholz
2 de março de 2021 18:10

O título do estudo da Stanford é Effects of non-pharmaceutical interventions on COVID-19: A Tale of Three Models, e está disponível na Internet. Antes de xingar, é bom ler. O resultado principal está logo no início, conforme segue:

Conclusions: Inferences on effects of NPIs are non-robust and highly sensitive to model specification. Claimed benefits of lockdown appear grossly exaggerated.

Ck Ps
2 de março de 2021 19:56

esquerda mundialllll….diz aí direita mundial o q houve com Eua, Itália, hungria? todos governados pela direita mundial…..a direita mundial com trump gerou o q? numero 1 em.mortes né. A Itália n podia parar né…o q houve lá? qual governo lá? direita? ah tá….Aqui somos o segundo em maior número de mortes, não? pressione pelas vacinas e cuidados básicos seja direita, seja esquerda e vamos melhorar nosso plano civilizatório

Denise Goulart de Munhós
2 de março de 2021 19:13

A restrição das atividades econômicas e laborais é um “mini-lockdown” que governantes, prefeitos e governadores, integrantes da esquerda mundial estão adotando como forma de cumprir, mesmo que não seja de forma completa, o lockdown, que é uma meta, tarefa, imposta pela esquerda mundial aos seus seguidores, os quais estão mandatários, seja em âmbito municipal, estadual ou federal.

Vinicius Vanac
4 de março de 2021 20:59

Qual fonte????

Leila Leal
7 de março de 2021 18:18

Blá blá blá…. Eu tive, usei ivermectina azitromicina e hidrocloroquina, estou curada. Ponto final, quem não quer não toma, mais também não reclama. Tomamos remédios para outras doenças porque não tomar agora?

Raphael Zanotti
15 de março de 2021 13:21

Não estou conseguindo encontrar o artigo. Alguém tem? Ou pelo menos a data da publicação?

Denise Sanches Previti
23 de março de 2021 00:31

Estudo nada convincente, desculpe.

Jose Anjuu
29 de março de 2021 15:46

Lockdown!!

Choro é livre

Adilson Tavares
31 de março de 2021 13:03

Bom dia! Enquanto nós povo, ficamos defendendo políticos e brigando por eles, os mesmos assistem de camarote. Divir o povo é a intenção dos políticos e o STF atinge seu objetivo, fazendo as barbaridades que fazem com a constituição. E não adianta pressionar o STF, eles não são eleitos pelo povo, a pressão deve ser no Senado, que é o que pode fazer alguma coisa para moraliza-lo. Solicitando o impeachment de um ou dois. Querem apoiar ou ir contra Bolssonaro? Pressione o Senado. Eles é que tem mais a perder. A união do povo em pró de um único objetivo,… Leia mais »

Romaria Sul
31 de março de 2021 22:59

Link do estudo?

Doc Delta
22 de junho de 2021 22:32

Por que essas “matérias” nunca disponibilizam o link oficial para que a pessoa possa acessar o referido estudo e ler por si própria? Tudo acaba num grande “disse-me-disse” travestido de reportagem séria.

Distanciamento físico, sim! Lockdown, não!
“Governador que destrói emprego, deve bancar o auxílio”
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