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Variedades “Eu já fui só um abdômen”, desabafa Franklin David sobre pressão estética

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O apresentador e modelo falou em entrevista sobre os padrões de beleza aos quais já foi submetido

Foto: Reprodução
O apresentador e modelo falou em entrevista sobre os padrões de beleza aos quais já foi submetido. (Foto: Reprodução)

O apresentador e modelo Franklin David, de 34 anos de idade, está em uma nova fase de sua vida. Ele continua cuidando do corpo e da saúde, mas o shape sarado não é um atributo que mereça tanto destaque ou se sobrepor à sua vida profissional.

Ele conta, inclusive, que essa pressão estética já o incomodou muito. “Eu já fui só um abdômen pelo olhar das pessoas. Sofri com isso. Eram impressionantes as abordagens de pessoas perguntando se meu abdômen era real, que queriam ver, que achavam ele lindo. E isso tudo só servia para alimentar o meu ego, desta forma a gente se perde e passa a viver para ter essa aprovação das pessoas. Isso é vazio, e todo vazio é doloroso. Eu consegui identificar essa pressão e principalmente constatar que ela me fazia mal. Então eu criei o meu padrão de beleza, o padrão que me deixa confortável, feliz comigo mesmo”, pondera.

Além do shape sarado, outra marca do apresentador era o seu cabelo. Mas ele era criticado, por conta do corte. “Já fizeram da minha vida um inferno por conta daquele corte de cabelo antigo. Eu escutava 24h por dia que meu cabelo era horrível, que parecia uma peruca, que eu tinha que cortar. E com isso eu ficava chateado, porque eu tinha aquela franja principalmente pra esconder as entradas que tanto detestava. Depois de um tempo acionei o dane-se e falei ‘quer gostar? Ótimo. Não quer? Lamento'”, disse.

“Então, os comentários maldosos não surtiam mais efeito e eu mesmo me sentia confortável para me zoar, eu brincava que meu cabelo era estilo quiosque de praia, corte Farrah Fawcett [estrela da série As Panteras], que eu era filho do Barry Gibbs, do Bee Gees, e por aí vai [risos]. E aí, quando finalmente eu cortei o cabelo, acredite, comecei a escutar das pessoas que aquele cabelo era lindo, que era a minha marca registrada, que eu não deveria ter cortado e que tinha que voltar com ele. Uma palhaçada! [risos]”, completou ele.

Franklin, então, filosofou sobre as pressões sofridas para se adequar aos gostos das pessoas. “Pergunto: se eu fosse tentar agradar as pessoas, o que seria de mim? A sensação é que as pessoas são loucas e querem te enlouquecer junto. Essa foi a prova de que eu jamais iria conseguir agradar todo mundo e que o segredo é ser da maneira como eu me sinto bem. Podem falar o que quiserem, porque não vai me afetar. Quando vem algo assim normalmente eu bloqueio, mas tem dias que me dá vontade de responder e eu não passo vontade [risos]. Quem escreve o que quer na rede social, pode ler o que não quer”, argumenta.

 

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