Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 15 de março de 2024
O almirante Garnier teria confirmado o envio de militares durante uma reunião em que Bolsonaro apresentou uma tese para utilizar a GLO.
Foto: ReproduçãoO ex-comandante da Aeronáutica Carlos de Almeida Baptista Júnior afirmou em depoimento à Polícia Federal que o então comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, disse ao ex-presidente Jair Bolsonaro que colocaria as suas tropas à disposição do então chefe do Executivo para que ele se mantivesse no poder e impedisse a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A ação envolveria uma minuta de decreto, documento que foi apresentado por Bolsonaro aos então comandantes das Forças Armadas. De acordo com o brigadeiro do ar, a reunião ocorria em um contexto no qual Bolsonaro apresentava a possibilidade de uso dos institutos jurídicos da GLO [Garantia da Lei e da Ordem] e do Estado de Defesa.
Baptista Júnior afirmou que a posição do almirante foi dissonante dos demais comandantes (Exército e Aeronáutica). Ele garante que informou a Bolsonaro que “não apoiaria qualquer tentativa de manutenção no poder do então Presidente da República no poder, após 1º de janeiro de 2023”.
“Que o depoente utilizou uma estratégia para ganhar tempo e evitar que o então presidente assinasse alguma medida de exceção, que subvertesse o Estado de Direito; que o depoente insistiu que não haveria qualquer justificativa para decretação dessas medidas”, informou à Polícia Federal.
O brigadeiro do ar disse ainda em depoimento que o ex-ministro da Justiça Anderson Torres chegou a participar de uma reunião em que os comandantes das Forças, e que na ocasião ele buscou “pontuar aspectos jurídicos que dariam suporte às medidas de exceção (GLO e Estado de Defesa”. Segundo o militar, Torres tinha como papel assessor Bolsonaro durante a reunião “em relação às medidas jurídicas que o poder Executivo poderia adotar no cenário discutido”.
Baptista Júnior contou à PF que deixou claro a Bolsonaro em uma dessas reuniões que os institutos jurídicos levantados por ele não serviriam para mantê-lo no poder após o dia 1 de janeiro. Segundo o militar, Bolsonaro ficou assustado quando ouviu isso. O então comandante do Exército, Freire Gomes, também “tentava convencer o então presidente a não utilizar os referidos institutos”, relatou o brigadeiro do ar.
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Sujou, Bolsonaro. Definitivamente, você perdeu!
Pendurado na broxa. Ou melhor: pendurado em nada.
Dia 22 Tic tac Tic tac Tic tac
Esse Heinz vivia lambendo as botinas dk Bozo tomara que seja preso também!
Mais um, que na hora certa, vai dar todo o serviço.
Bozo…
Tic tac…
esta chegando a hora de ir para a cadeia.
almirante recebendo ordens de capitão renegado não podiadar certo.
E a narrativa do mito é: A “cuestão” é que eu fiz, mas não fiz, “táokei”? Pro gado tongo, é uma declaração viável.
Antes o Lula volta para a cadeia…condenado, ex presidiário, crápula saqueou o Brasil e vai roubar de novo… BOLSONARO O MELHOR PRESIDENTE DOS BRASILEIROS.