Terça-feira, 11 de agosto de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro critica obrigatoriedade de vacinas no Brasil

Compartilhe esta notícia:

A lei está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Foto: @BolsonaroSP
A lei está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente. (Foto: @BolsonaroSP)

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro publicou na sexta-feira (7) um vídeo em que critica a obrigatoriedade da vacinação para crianças brasileiras. A lei está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ele disse ter assinado uma declaração no Texas (Estado em que se exilou com a família) para isentar a filha da obrigatoriedade de vacinação e matriculá-la em uma escola. Eduardo afirmou que o modelo texano deveria ser adotado no Brasil.

“No Brasil, papai Lula obriga que todas as crianças se vacinem com tudo quanto é tipo de coisa. E se der alguma coisa errado, certamente ele não será o responsabilizado”, afirmou o ex-parlamentar em vídeo publicado no X.

“Imprimi esse papel em casa aqui, do governo do Texas, assinei, trouxe em uma espécie de cartório, só que sem fila. Paguei 10 dólares e tá feita a declaração juramentada, onde eu fico responsável pela minha filha não tomar vacinas”, disse o irmão do candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Eduardo Bolsonaro afirmou ainda que uma grande fabricante de vacinas, durante a pandemia, isentava-se de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais na própria bula do produto. Para ele, esse episódio reforça a necessidade de o Brasil copiar a política americana, que classificou como uma política de liberdade. Segundo o ex-parlamentar, os pais é que sabem o que é melhor para os filhos, e não deveria existir responsabilização compartilhada com o Estado.

“Até porque se ocorrer algum efeito colateral, ninguém do governo vai ser responsabilizar. Ou talvez muito pelo contrário, né? Vão até abafar uma investigação, que só aumenta a suspeita”, afirmou Eduardo.

Conforme o Ministério da Saúde, vacinar nos primeiros 1.000 dias de vida é um cuidado essencial para a proteção contra intercorrências que possam comprometer o pleno desenvolvimento infantil. É a melhor forma de proteger a criança contra doenças graves. O Calendário Nacional de Vacinação orienta quais vacinas são necessárias em cada idade.

Ao nascer, por exemplo, cada brasileiro tem à sua disposição as seguintes vacinas:

– Vacina BCG (dose única). Doenças evitadas: formas graves e disseminadas da tuberculose e, também, com efeito protetor contra a hanseníase

– Vacina Hepatite B (1 dose). Doenças evitadas: hepatite B e hepatite D. (Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e do Ministério da Saúde)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Eloa Gute
8 de agosto de 2026 16:03

Desde quando um fugitivo do seu país, tem que opinar se deve ou não tomar vacinas?? Tu perdeu tudo!!!

Caio Azevedo
8 de agosto de 2026 16:00

Quem poderia imaginar….que todo aquele “fiquem em casa…” era balela??
Globolix e consórcio de esquerda tem muita culpa!

Ministro Alexandre de Moraes nega pedido para os filhos de Jair Bolsonaro visitarem o ex-presidente neste Dia dos Pais
Lula diz que mostrará ao “amigo Trump” dados sobre queda no desmatamento no Brasil
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x