Segunda-feira, 15 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 1 de fevereiro de 2024
Alexandre Ramagem se queixa de ser chamado um mês após as buscas realizadas pela Polícia Federal e nega qualquer pedido de Carlos Bolsonaro a ele.
Foto: Marcos Oliveira/Agência SenadoO ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem disse, nesta quinta-feira (1º) que vai depor no final de fevereiro no inquérito que apura a existência de uma “Abin Paralela”. Ele se queixa de ser chamado um mês após as buscas realizadas pela Polícia Federal e nega qualquer pedido de Carlos Bolsonaro a ele, apesar de tê-lo como amigo.
Ramagem também falou sobre o pedido da assessora de Carlos, Luciana Paula Garcia da Silva Almeida, para que enviasse números de inquéritos que envolveriam o ex-presidente e os filhos. O ex-chefe da Abin chamou a assessora de “desavisada” e diz que não respondeu a mensagem.
Uma das principais preocupações do entorno de Bolsonaro é que as investigações cheguem ao ex-presidente da República. A estratégia, agora, é empurrar a responsabilidade de uma eventual “Abin Paralela” para general Augusto Heleno. Já Heleno, intimado a depor, deve descrever a relação com Ramagem e dizer que o antigo chefe da Abin despachava diretamente com Bolsonaro.
Ramagem explicou como era a relação com Bolsonaro e explicou que despachava diretamente com o ex-presidente e o general Heleno.
“Com Heleno, na maioria das vezes, mas às vezes sem Heleno”, diz.
O ex-chefe da Abin acredita que, se Heleno usar isso como defesa, ele só colocará a realidade. O ex-chefe da Abin tinha contato direto com Bolsonaro, além do contato quase que diário com Heleno: “Era meu superior hierárquico”.
O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, pretende dizer à Polícia Federal em seu depoimento que não tem nenhuma informação sobre a “Abin paralela”. De acordo com pessoas próximas, Heleno ainda argumentará que o deputado Alexandre Ramagem, então chefe da Abin, despachava diretamente com o ex-presidente Jair Bolsonaro, embora a Abin fosse subordinada ao GSI.
O ex-ministro não deverá se manifestar até a data do depoimento, na próxima terça-feira (6), que ocorrerá na sede Polícia Federal em Brasília. Porém, interlocutores do general afirmam que o ex-ministro pretende reforçar a ligação de Ramagem com Bolsonaro e seus filhos.
Em entrevista ao programa Roda Viva, em março de 2020, o ex-ministro e advogado Gustavo Bebianno revelou que Augusto Heleno teria sido chamado para o esquema de espionagem, mas se mostrou preocupado com a ideia.
Bebianno também afirmou ter aconselhado, junto ao general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo de Bolsonaro, que o presidente não aceitasse a sugestão de Carlos.
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Sem dúvida. Em breve os petistas retornam ao cárcere.
a quadrilha está ruindo.
Tem que chegar nos milicos golpistas
trio maravilha, o bobo da corte Ramagem, o canalha Bolsonaro eo Heleno, que corja braba
Gente se o ex-chefe da Agencia Brasileira de Inteligência despachava direito com o ex-presidente BOLSONARO, é lógico, que ele, não só despachava, como atendia, e fazia tudo o que o ex-presidente Bolsonaro lhe pedia. Alexandre Ramagem fazia isso, para se manter no cargo de chefe da ABIN. O ex-Juiz e hoje senador Sergio Moro, foi obrigado a deixar o Ministério da Justiça e da Segurança do Brasil, porque não atendeu o que BOLSONARO queria, que era mandar na polícia Federal, para poder fazer tudo aquilo, lhe convier-se. Como o Ministro da Justiça e da Segurança Sergio Moro, não lhe atendeu,… Leia mais »