Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 13 de março de 2016
Suspenso do PT desde o ano passado, quando foi preso no âmbito da Operação Lava-Jato, o senador e ex-líder do governo na Casa, Delcídio Amaral, espera apenas a homologação de seu acordo de delação premiada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para entregar o seu pedido de desligamento do partido. A decisão do ministro Teori Zavascki é esperada para segunda-feira.
Fontes ligadas ao parlamentar dizem ele já tem pronta uma mensagem suscinta, de apenas uma linha, em que informa o desligamento com “saudações cordiais”.
Segundo a revista IstoÉ, na delação Delcídio acusa a presidenta Dilma Rousseff e o seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva de tentaram prejudicar a força-tarefa que investiga a corrupção na Petrobras. Também afirmaria que ela sabia das cláusulas polêmicas da compra da refinaria de Pasadena (EUA), em 2006, quando era ministra das Minas e Energia.
No Senado, os alvos de Delcídio seriam Aécio Neves (PSDB-MG) e os peemedebistas Renan Calheiros (AL), Edison Lobão (MA), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Jader Barbalho (PA). (AE)
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