Sábado, 30 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Ex-ministro motoqueiro da Grécia ataca pacote de ajuda ao país

Compartilhe esta notícia:

“Isso entrará para a história como o maior desastre de gerenciamento macroeconômico de todos os tempos”, declarou o ex-ministro das Finanças da Grécia Yanis Varoufakis. (Foto: Reprodução)

O ex-ministro das Finanças da Grécia Yanis Varoufakis – que renunciou ao cargo há duas semanas – fez previsões funestas para o futuro da economia do país.

Varoufakis, conhecido por se locomover a bordo de uma possante moto, afirmou que o programa de reformas imposto à Grécia pela UE (União Europeia) como condição para um novo pacote de ajuda econômica está fadado ao fracasso.
“Isso entrará para a história como o maior desastre de gerenciamento macroeconômico de todos os tempos. O programa já falhou”, declarou o ex-ministro.

Na semana passada, os credores gregos aprovaram um pacote de 85 bilhões de euros, mas em troca exigiram medidas que vão de reformas fiscais à privatizações de 50 bilhões de euros.
Com seu sistema financeiro à beira de um colapso, o governo grego capitulou, embora há duas semanas 61% da população rejeitou medidas bem mais brandas.

A renúncia de Varoufakis foi vista como uma tentativa de conciliação junto aos credores europeus, em especial a Alemanha, e o FMI (Fundo Monetário Internacional), uma vez que o ex-ministro os acusou de fazer terrorismo econômico com a Grécia. Varoufakis, porém, defendeu o premiê grego, Alexis Tsipras, dizendo que ele não tinha outra chance.

“Recebemos duas alternativas: capitular ou sermos executados. Ele [Tsipras] decidiu que capitular seria a melhor estratégia. Discordo do premiê e expressei minha posição com a renúncia. Mas entendo a pressão que estava sobre ele.” (AG)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

“O Brasil não terá tranquilidade enquanto não alterar seu sistema eleitoral”, diz o relator da reforma política
Palácio do Planalto diz esperar imparcialidade do presidente da Câmara dos Deputados
Pode te interessar