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Brasil Justiça põe o ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães no banco dos réus por assédio a funcionários

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O executivo sempre negou todas as acusações.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O executivo sempre negou todas as acusações. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães tornou-se réu por denúncias de assédio sexual e moral feitas por funcionárias do banco estatal.

Os detalhes da denúncia ainda não são conhecidos, pois a ação penal contra Guimarães tramita sob sigilo. Casos envolvendo assédio, sobretudo sexual, costumam tramitar em segredo de Justiça, como forma de preservar a intimidade das vítimas.

O caso veio à tona em meados do ano passado, quando uma reportagem do portal Metrópoles revelou as acusações de assédio feitas por cinco funcionárias da Caixa à ouvidoria da instituição. Outras vítimas apareceram após a repercussão, que levou Guimarães a ser demitido da presidência do banco.

Após as revelações, o MPF passou a investigar o caso, o que resultou na denúncia agora aceita pela 15ª Vara Federal de Brasília. Na acusação, constam depoimentos captados em vídeo das vítimas, que foram interrogadas pelos procuradores responsáveis.

Com a abertura da ação penal, inicia-se uma nova fase de instrução do processo, em que acusação e defesa poderão solicitar novas diligências e, ao final, deverão apresentar as alegações finais, antes da sentença do juiz.

Guimarães é alvo ainda de um outro processo, dessa vez na seara trabalhista, no qual o Ministério Público do Trabalho (MPT) pede indenização de R$ 30,5 milhões pelos danos causados pelo ex-presidente da Caixa.

O executivo sempre negou todas as acusações. Em nota, o advogado José Luis Oliveira Lima, que representa Guimarães, disse que seu cliente é inocente e que ele confia na Justiça. “A defesa de Pedro Guimarães nega taxativamente a prática de qualquer crime e tem certeza de que durante a instrução a verdade virá à tona, com a sua absolvição”, disse o defensor.

Quem é?

Pedro Guimarães é sócio do banco de investimento Brasil Plural e especialista em processos de privatizações. Assessorou, por exemplo, a privatização do Banespa, antigo banco estadual do estado de São Paulo.

Guimarães substituiu Nelson de Souza na presidência do banco estatal. Tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro e é doutor em economia pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Na tese, discutiu o processo de privatização no Brasil.

No Brasil Plural, o economista coordenou operações de mercados de capitais e reestruturações de empresas. O banco foi fundado em 2009 e tem forte atuação nos setores imobiliário e petróleo e gás.

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Ck Ps
31 de março de 2023 21:21

é, a terra continua plana para alguns. Não tem jeito. Qquer ilegalidade eu posso, segundo cartilha bolsonarista e trumpista, alegar ser um perseguido político. Ou seja, o estado de direito n vai mais existir, mas a balbúrdia de cumprir leis se eu quiser ou aquele pensamento de fazer o q quero pq posso pagar e pouco importa o outro. Nenhuma sociedade funciona assim e rapidamente isso vira uma seita radical.

Miltch Mitch
31 de março de 2023 19:37

kkkkkkkkkk abaixo entrevista desta mulher e olha o que ela fala do ex presidente da caixa.

Portal metropole
“Foco do Pedro era me intimidar”, diz única mulher no Conselho da Caixa
Maria Rita Serrano, representante dos empregados da Caixa, descreve tentativas de cercear seu trabalho e revela ter questionado corregedoria

Interessante é que hoje ela é a presidente da caixa.
Cuidado com o PT.

Wilson Rodrigues Luz Rodrigues
31 de março de 2023 21:32

Esse camarada tem que ter uma punição, pois, se aproveitava do cargo que ocupava na Caixa Econômica Federal, para assediar as mulheres funcionárias da CEF. Cara mais safado.

Ademar Araújo Pazzini
31 de março de 2023 23:57

Claro, tem que haver vídeos, áudios e imagens de tais assédios, uma vez que vivemos na era da digitalização e comunicação em tempo real. Caso “as vítimas” não apresentem tais provas, provavelmente terão que indenizar Pedrão.

Getulio Dos Santos Dias
1 de abril de 2023 00:23

Eles sempre negam. Dificuldade de se firmar como homem. Complexo de inferioridade. Enrustido talvez. Não respeitou o alto cargo que ocupava.

Vanderlei Stefani
1 de abril de 2023 02:27

O tarado de estimação da extrema direita

Vanderlei Ochoa
1 de abril de 2023 12:21

Marginal bolso-terrorista-golpista-salafra…

Luiz Carlos Rozzo Bidio Rosa
2 de abril de 2023 09:59

Ningen Mais grita/
Bandido Bon e
Bandido Morto ?

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