Quinta-feira, 11 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 20 de agosto de 2016
Medalhas de ouro legitimamente falsas, tochas olímpicas autênticas (ou nem tanto) e broches de todas as partes do mundo. Um novo mercado de compra, venda e troca de produtos relacionados à Olimpíada explodiu na internet e nas ruas do Rio de Janeiro (RJ) nos últimos dias. Em sites, lojas e bancas de camelô é possível encontrar moedas comemorativas e outras relíquias olímpicas.
Os broches formam um mercado à parte: atraem colecionadores de várias nacionalidades que lotam a orla de Copacabana. Oficialmente, somente lojas e vendedores licenciados pelo Comitê Organizador do Rio-2016 têm autorização para comercializar objetos ligados à Olimpíada, com selo holográfico para garantir a autenticidade.
Além das 132 lojas oficiais, há 40 mil pontos de venda autorizados no País. Na vida real, não é bem o que acontece. No site Mercado Livre, quem estiver disposto a desembolsar 10 mil reais pode adquirir sua tocha olímpica oficial. Um dos anunciantes vende o kit completo, com bolsa e uniforme. Segundo o Comitê Rio-2016, a venda das tochas é permitida. “Se a pessoa ganhou ou comprou a tocha, é dela, pode fazer o que quiser?, disse, por nota, o comitê organizador. Antes do início dos Jogos, era possível comprar a tocha oficialmente por quase 2 mil reais.
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