Segunda-feira, 15 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 16 de abril de 2016
Esquecida até há pouco tempo em meio às preocupações com dengue e zika, a chikungunya agora se mostra como uma afeção tão ou mais alarmante no País. A explosão no número de casos notificados da infecção nos primeiros meses deste ano tem preocupado os especialistas. De acordo com o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, até o dia 5 de março, haviam sido notificados 13.676 casos prováveis de febre chikungunya, destes, 550 já confirmados.
Em 2015, no mesmo período, foram registrados 4.890 casos prováveis. Ou seja, houve um aumento de quase 180% nos casos da doença. Apenas os Estados do Rio de Janeiro e de Mato Grosso não notificaram casos suspeitos em 2016. O Nordeste concentra a maior parte de doenças, seguido pelas regiões Norte e Sudeste.
Em Pernambuco, Estado campeão no número de casos de microcefalia e com grande incidência de zika, já foram notificados 16.488 casos de chikungunya, segundo a Secretaria de Estado da Saúde. Quase o dobro dos casos suspeitos de zika. Em relação ao número de óbitos pela doença, segundo o ministério, apenas duas mortes por febre chikungunya foram confirmadas no Brasil (uma na Bahia e uma em Pernambuco) e outras quatro estão em investigação. (Veja)
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