Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 22 de fevereiro de 2023
O Ministério da Agricultura informou em nota na noite desta quarta-feira (22) que está tomando todas as providências do protocolo sanitário após confirmação de um caso de vaca louca no Pará. A pasta disse também que, de acordo com o protocolo, suspendeu exportações de carne para a China.
“Seguindo o protocolo sanitário oficial, as exportações para a China serão temporariamente suspensas a partir desta quinta-feira (23). No entanto, o diálogo com as autoridades está sendo intensificado para demonstrar todas as informações e o pronto restabelecimento do comércio da carne brasileira”, diz o texto do ministério.
O governo do Pará informou que a “sintomatologia indica que se trata da forma atípica da doença, que surge espontaneamente na natureza, não causando risco de disseminação ao rebanho e ao ser humano”.
Abatido
O Ministério da Agricultura informou ainda que o animal infectado foi abatido e incinerado. “Todas as providências estão sendo adotadas imediatamente em cada etapa da investigação e o assunto está sendo tratado com total transparência para garantir aos consumidores brasileiros e mundiais a qualidade reconhecida da nossa carne”, afirmou o ministro Carlos Fávaro na nota divulgada pela pasta.
O caso foi confirmado mais cedo pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará).
As ocorrências mais recentes de mal da “vaca louca” foram confirmadas em setembro de 2021 pelo Ministério. Tinham sido casos em frigoríficos de Belo Horizonte (MG) e Nova Canaã do Norte (MT).
Em 20 anos de monitoramento da doença, o país nunca identificou a forma mais tradicional, que é quando o animal é contaminado por causa de sua alimentação, diz Vanessa Felipe de Souza Médica-Veterinária, Virologista, Pesquisadora da Embrapa Gado de Corte.
O Brasil possui status sanitário de risco insignificante para a doença, desde 2013, na OIE.
O primeiro grande surto da doença teve seu auge entre 1992 e 1993, quando foram confirmados quase 100 mil casos no Reino Unido. Estima-se que 180 mil cabeças de gado tenham sido afetadas e mais de 4 milhões de animais foram sacrificados na época.
Durante este período, o consumo de carne bovina ficou, inclusive, proibido naquele país.
A enfermidade é fatal e acomete bovinos adultos de idade mais avançada, provocando a degeneração do sistema nervoso. Como consequência, uma vaca que, a princípio, era calma e de fácil manejo, por exemplo, se torna agressiva, daí o apelido do distúrbio.
A encefalopatia espongiforme bovina, nome científico da doença, é gerada por uma proteína infecciosa chamada príon. O príon já é presente no cérebro de vários mamíferos naturalmente, inclusive no ser humano, contudo, ele pode se tornar patogênico ao adotar uma forma anormal e se multiplicar demasiadamente.
Quando isso acontece, o príon mata os neurônios e no lugar ficam buracos brancos no cérebro, por isso o nome da doença de “espongiforme”, já que os buracos têm a forma semelhante a de uma esponja.
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Você é um ignorante de marca maior, não lhe conheço, mas deve ser um vagabundo que tem inveja de quem trabalha e vive bem.
Talvez o preço da carde deixe de subir …
Para que espalhar uma notícia dessas sem ter comprovado que realmente se trata de Encefalopatia Espogiforme Bovina, esta gente ainda está querendo prejudicar o governo passado, se esquecem que eles estão no comando agora e todo erro cairá sobre eles.
Exportações para a China estão suspensas e para os outros países pode seguir tranquilo? E os brasileiros podem contraír a EEB que não tem problema, neste caso não tem discurso do ódio incluso? Os brasileiros sempre pagando o pato.
Lauro Junges …BOBÃO, BABÃO, BUN…DÃO….hahahahahahahahahahahaahahahahahahahaahahahahahah