Quinta-feira, 11 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 29 de maio de 2016
A advogada Eloísa Samy informou na noite desse domingo que não está mais atendendo a adolescente de 16 anos vítima de estupro coletivo, na semana passada, na Zona Oeste do Rio. Eloísa orientava a jovem desde o início do caso. Ela informou que a avó da jovem agradeceu o trabalho e afirmou que a menina entraria para o PPCAAM (Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte).
“A avó me mandou um áudio hoje por WhatsApp agradecendo a minha dedicação, o meu empenho, mas que daqui para frente eles estavam sob a assistência do Estado pela secretaria de Direitos Humanos e Assistência Social. Eles entraram na PPCAAM”, afirmou Eloísa.
O PPCAAM foi criado em 2003 como uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento do tema da letalidade infanto-juvenil, e foi instituído oficialmente em 2007, pelo Decreto 6.231/07. Procurada, a avó da jovem não retornou as ligações. (AG)
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