Terça-feira, 04 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 4 de agosto de 2026
Weverton Rocha é vice-líder do governo Lula no Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoFamiliares do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e um advogado foram alvo da nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (4). A ação busca aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado às fraudes em descontos indevidos aplicados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Maranhão. Entre os alvos estão a esposa, uma filha e duas irmãs do senador, além do advogado Willer Tomaz. Nenhum mandado de prisão foi expedido nesta etapa da operação.
Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram indícios de movimentações financeiras e patrimoniais consideradas atípicas, que teriam sido realizadas por meio de pessoas físicas e jurídicas, contas bancárias de terceiros, empresas e operações com dinheiro em espécie. A suspeita é de que essas estruturas tenham sido utilizadas para ocultar a origem e o destino de recursos provenientes das fraudes investigadas.
De acordo com a PF, a nova fase da operação concentra esforços na apuração de um possível esquema de lavagem de dinheiro destinado a dissimular valores obtidos de forma ilícita. Os investigadores também analisam a participação de pessoas próximas aos principais suspeitos e a utilização de empresas e bens para dificultar o rastreamento dos recursos.
Weverton Rocha, vice-líder do governo Lula no Senado, já havia sido alvo da Operação Sem Desconto em dezembro de 2025. Na ocasião, policiais federais cumpriram mandados de busca em endereços ligados ao parlamentar. A investigação aponta que ele seria integrante do chamado núcleo político do esquema e manteria relação com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado pela PF como um dos principais operadores da organização investigada.
As investigações tiveram início após a descoberta de um esquema de descontos associativos não autorizados em benefícios previdenciários. Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal, entidades cobravam mensalidades de aposentados e pensionistas sem autorização, provocando prejuízos que podem alcançar bilhões de reais ao longo dos últimos anos. A apuração levou ao afastamento de dirigentes do INSS e resultou em diversas fases da Operação Sem Desconto.
Em nota, o advogado Willer Tomaz afirmou que não é investigado no caso. Segundo a defesa, ele foi alvo da operação apenas por ser proprietário de uma aeronave utilizada por Weverton Rocha e não possui qualquer vínculo com as supostas fraudes envolvendo o INSS. A defesa do senador também nega irregularidades e sustenta que o parlamentar nunca participou de esquema de desvio de recursos, afirmando que os fatos serão esclarecidos ao longo da investigação.
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Brasil acima de tudo para e leis acima de todos. TODOS.
Onde tem esquerda tem roubo e mentiras… E ainda criam malucos como esse robô abaixo ..
Ex-coordenador da campanha de Jair Bolsonaro, Julian Lemos resume a família Bolsonaro:
“Flávio é o desonesto, corrupto. Eduardo é o ególatra e xinga o próprio pai. Carlos é o pirado, anda de colete em casa e passa o dia assistindo Olavo. Toma Rivotril e tem problemas psicológicos sérios. Renan não consegue falar uma frase sem parecer que vai ter um colapso. A família é um desajuste completo!”