Quarta-feira, 07 de janeiro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de dezembro de 2015
O ataque a um centro de apoio a deficientes em San Bernardino, no Sul da Califórnia (EUA), teria sido planejado, indicaram a polícia local e investigadores. Antes de serem mortos por agentes na quarta-feira, Syed Farook, 28 anos, e Tashfeen Malik, 27, abriram fogo com dois rifles e duas pistolas no Inland Regional Center, centro de atendimento a pessoas com deficiência, matando 14 pessoas e ferindo outras 21, entre eles, dois agentes policiais.
Segundo fontes judiciais, Farook possivelmente mantinha contato com “assuntos terroristas internacionais” e aparentemente teria se radicalizado, o que está sendo investigado pelo FBI (polícia federal dos EUA). Autoridades indicaram a presença de armamento pesado na residência dos atiradores.
Jarrod Burguan, chefe da polícia local, afirmou que os investigadores encontraram 12 bombas caseiras, 22 rifles de cano longo e cinco mil balas de munição na casa, o que indica “algum nível de preparação para o ataque”. Segundo ele, 23 agentes estavam envolvidos na troca de tiros com os atiradores; 380 cápsulas foram disparadas pelas autoridades.
Foram descarregadas cerca de 70 balas no Inland Regional Center. No local foram encontrados pelo menos três explosivos caseiros ligados a um controle remoto que falhou durante o ataque.