Quinta-feira, 03 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 12 de julho de 2024
As entidades priorizam a manutenção do acesso a Pelotas e do trecho que liga Porto Alegre a Rio Grande.
Foto: ReproduçãoEntidades empresariais gaúchas protocolaram nesta quarta-feira (10), uma carta destinada ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, solicitando que os trabalhos de batimetria, que analisa a profundidade de rios e lagoas, priorizem o acesso a Pelotas e o percurso que liga Porto Alegre a Rio Grande. O Estado conta hoje com 700 km de rios navegáveis e os trechos prioritários indicados para dragagem emergencial somam 350 km.
O pedido é assinado pela Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS), Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs), Federação da Agricultura do Estado do RS (Farsul), Federação das Indústrias do Estado do RS (Fiergs) e Associação Hidrovias do RS (HidroviasRS).
As entidades defendem que o modelo aquaviário é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do Estado, transportando passageiros e cargas para mercados nacionais e internacionais. O documento inclui trechos próximos à foz dos rios Jacuí, Taquari, Caí, Sinos e Gravataí, cujas margens estão instaladas empresas usuárias desse modal.
Os canais foram duramente atingidos pelas enchentes, resultando na paralisação parcial das embarcações e no desabastecimento das empresas instaladas em terminais portuários nas margens dos rios. “Solicitamos que os trabalhos sejam iniciados com a maior urgência possível e com o mínimo de burocracia, priorizando os trechos onde transitam maior volume de passageiros e cargas”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.