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Bruno Laux Fiergs acompanha com cautela debates sobre o fim da jornada 6×1 no Congresso

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Os debates sobre o fim da escala 6x1 serão prioridade na agenda institucional do Sistema Fiergs no Congresso ao longo de 2026. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Os debates sobre o fim da escala 6×1 serão prioridade na agenda institucional do Sistema Fiergs no Congresso ao longo de 2026. Ao lado do setor produtivo, a entidade monitora com cautela propostas que preveem a redução da carga semanal para menos de 44 horas, alertando para o risco de elevação de custos e dificuldades adicionais para as empresas. O presidente da entidade, Claudio Bier, defende que a discussão considere os impactos reais sobre o emprego formal e a diversidade da indústria brasileira. Para evitar reflexos negativos no atual cenário de “elevada carga tributária, desafios econômicos e escassez de mão de obra qualificada”, a Federação sustenta que eventuais ajustes na duração do trabalho sejam definidos, preferencialmente, via negociação coletiva. Além da jornada, a instituição gaúcha também concederá atenção especial à proposta de modernização do programa Jovem Aprendiz e aos debates sobre mudanças na legislação trabalhista.

Aprimoramento rodoviário

O deputado estadual Adolfo Brito (PP) reuniu-se nessa quinta-feira com o governador Eduardo Leite e lideranças do Piratini para dialogar sobre ações prioritárias de infraestrutura e logística rodoviária no RS. Com atenção especial à Região Centro-Serra, o parlamentar expôs demandas relacionadas à melhoria da trafegabilidade nas rodovias estaduais – visando o aprimoramento do escoamento da produção – além da aceleração de obras e da articulação de projetos estruturantes. Ao fim do encontro, Adolfo recebeu encaminhamentos concretos das pautas apresentadas, além de confirmar o agendamento de uma reunião com o governador, em fevereiro, junto a prefeitos da região.

Relatório entregue

Em visita ao Palácio Piratini, o presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado Pepe Vargas (PT), entregou nessa quinta-feira ao governador Eduardo Leite o Relatório de Gestão e o Relatório do Pacto RS 25: O Crescimento Sustentável é Agora. O documento reúne diretrizes e propostas construídas ao longo de meses de debates presenciais e virtuais, além de votações pela plataforma do Fórum Democrático, com a participação de mais de 50 mil pessoas. As publicações consolidam estratégias para o desenvolvimento gaúcho em quatro eixos: transição ecológica, sustentabilidade na indústria e nos serviços, sustentabilidade na agricultura e pecuária, e enfrentamento das desigualdades regionais e sociais. O texto também destaca ativos estratégicos do Estado e aponta desafios em áreas como infraestrutura, educação e preservação ambiental. Para Pepe, o trabalho demonstra a capacidade do Legislativo em apresentar projetos de desenvolvimento alicerçados na participação popular.

Violência animal

Por meio da Promotoria de Justiça de Campo Bom, o Ministério Público do RS instaurou expediente para acompanhar o caso do cão baleado por um policial militar no município do Vale do Sinos, na última terça-feira (27). O órgão já solicitou informações à Brigada Militar e segue reunindo provas e notícias veiculadas sobre o caso visando a responsabilização cível e criminal do autor dos disparos. De acordo com a promotora Ivanda Grapiglia Valiati, o Estado pode ser alvo de ação por dano moral coletivo e ambiental a partir do caso. Nesta sexta-feira (30), o MP se reúne com a ONG Campo Bom pra Cachorro – responsável pelo resgate do animal – para tratar dos desdobramentos do episódio.

Tradição nas escolas

O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), a Fundação Cultural Gaúcha (FCG) e a Secretaria da Cultura do RS lançaram nesta semana o programa “CTG na Escola”, que levará oficinas e ações formativas para a rede pública de ensino e instituições de educação especial. Com edital previsto para 31 de janeiro, o projeto selecionará 180 entidades tradicionalistas que receberão, cada uma, um repasse de R$ 18 mil para viabilizar as atividades ao longo de seis meses. A seleção será dividida entre o mérito técnico das propostas e a distribuição geográfica pelas 30 Regiões Tradicionalistas, garantindo a capilaridade da cultura gaúcha em todo o território estadual. O programa conta, entre outras ações, com um bônus de pontuação para projetos voltados ao atendimento em APAEs, reforçando o compromisso com a inclusão e a acessibilidade pedagógica. Segundo o secretário Eduardo Loureiro, a ação integra um ciclo de fomento que já destinou mais de R$ 21 milhões ao setor, consolidando a criação de políticas públicas específicas para o folclore local. (Por Bruno Laux)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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