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Rio Grande do Sul Fiscalização no comércio do Norte gaúcho apreende mais de 2 toneladas de alimentos impróprios ao consumo humano

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Força-tarefa percorreu seis estabelecimentos em Sertão e Floriano Peixoto. (Foto: Divulgação/MPRS)

Durante fiscalização em dois mercados e um açougue no município de Sertão (Norte gaúcho), agentes da força-tarefa do programa “Segurança dos Alimentos” apreenderam cerca de 2,3 toneladas de produtos impróprios ao consumo humano. Um dos estabelecimentos foi totalmente interditado por causa de péssimas condições de higiene.

Todos os itens foram inutilizados. Na lista havia carne, queijos, embutidos, pescados e até fraldas descartáveis vencidas desde 2019. A esquipe também constatou irregularidades como falta da indicação de procedência e armazenamento fora da temperatura adequada, além de problemas na embalagem e fracionamento.

As ofensivas em ambos os municípios contaram com a participação de promotores de Justiça e servidores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS). Representantes da Defesa do Consumidor de Porto Alegre reforçaram o trabalho.

Já pelos órgãos de saúde pública compareceram integrantes da Vigilância Sanitária Municipal de Sertão, Secretaria Estadual da Saúde (SES) e Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). As equipes estavam acompanhadas de policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) e Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram).

Mais problemas

Na mesma região do Estado, vistoria realizada em três supermercados de Floriano Peixoto teve como saldo o recolhimento de ao menos 600 quilos de alimentos impróprios. As irregularidades foram praticamente as mesmas encontradas na outra cidade.

A relação de produtos retirados e destruídos – conforme determina a legislação brasileira – inclui carne, embutidos, torresmo, banha suína, margarina, amendoim e cerveja. Outro prática verificada nos locais foi a oferta de álcool de comercialização proibida no comércio comum.

(Marcello Campos)

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