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Política Militares iniciam inspeção de códigos das urnas eletrônicas

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Partidos políticos também podem verificar os códigos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Técnicos das Forças Armadas foram nesta quarta-feira (3) ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília, para inspecionar os códigos-fonte da urna eletrônica e dos sistemas eletrônicos de votação, informou a assessoria da Corte.

Pelo cronograma de trabalho, pela manhã foram feitas reuniões explicativas com técnicos da Justiça Eleitoral, e, depois, os códigos-fonte começaram a ser inspecionados em uma sala instalada pelo TSE em sua sede especificamente para este fim.

Código-fonte é um conjunto de comandos e instruções, escritos em linguagem para computadores, que integram um programa capaz de acionar o funcionamento de equipamentos eletrônicos.

A inspeção dos códigos-fonte das eleições por integrantes das Forças Armadas ocorre após o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, ter enviado na segunda-feira (1º) um ofício ao TSE pedindo acesso “urgentíssimo” aos dados.

Em resposta, o TSE informou que o acesso a todos os códigos-fonte utilizados nas Eleições 2022 estão disponíveis desde outubro do ano passado para as entidades fiscalizadoras do processo eleitoral, incluindo as Forças Armadas.

A inspeção já foi realizada, por exemplo, pela CGU (Controladoria-Geral da União), MPF (Ministério Público Federal) e Senado. A PF (Polícia Federal) marcou para realizar o procedimento entre os dias 22 e 28 deste mês.

Partidos políticos

Todos os partidos políticos também podem inspecionar os códigos. Até o momento, se interessaram pelo procedimento as siglas PV, PL e PTB, embora somente esta última tenha de fato conduzido uma inspeção, informou o TSE.

Desde as eleições municipais de 2020, o TSE vem ampliando o rol de entidades que podem ter acesso livre aos códigos-fonte do sistema eletrônico de votação, desenvolvidos por programadores da própria Justiça Eleitoral.

Além de órgãos oficiais, a lista inclui, entre outros, entidades como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e os departamentos de tecnologia de instituições acadêmicas. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul realizou a inspeção em março.

Além disso, a Universidade Federal de Pernambuco, a Universidade Estadual de Campinas e a Polícia Federal participam de um projeto-piloto que permite acesso remoto aos códigos.

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5 Comentários
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Ck Ps
3 de agosto de 2022 17:52

nossa, militares criando carnavalzinho para agradar chefinho….q ponto chegamos

Austregésilo Silva
3 de agosto de 2022 18:15

Justiça eleitoral, totalmente desnecessária no Brasil (só os terceiros mundistas têm). Só serve para aplicar suspensão de até 8 anos dos direitos políticos, à politico ladrão, aplicar multa insignificante a quem não vota, em contrapartida leva cerca de 80 bilhões por anos do povo contribuinte. As FFAA são as instituições que estarão presente em qualquer situação, esse pessoalzinho das cortes, agentes políticos, “fincam o pé” para o exterior (com suas malas “recheadas”) na primeira ameaça de caos. BRASIL! Acima de tudo.

Lucas Freitas
3 de agosto de 2022 19:13

É, tá ficando cada vez mais difícil pros togados manipularem a contagem dos votos.
Até acho segura a urna, mas depois, quem soma os votos? Naquele servidor que o hacker invadiu?
Como seria bom se Bolsonaro fosse fascista, ia botar toda esquerdalha e o STF na cadeia

Vanderlei Ochoa
3 de agosto de 2022 19:19

Como pode, generais do Exército Brasileiro, cairem no papo de um capitão expulso do exército? Só no Brasil mesmo. Deram p prefixo? Agora já podem sair do AR…

Vanderlei Ochoa
4 de agosto de 2022 11:25

E se constatarem que as urnas são vulneráveis, vão questionar a eleição do CHEFE E FILHOS??? eINHH? Respondam aí.

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