Quarta-feira, 29 de julho de 2026

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Acontece Fort Brain leva mascotes da Rede Pampa à Feipet

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Dal Pizzol, da Rádio Grenal, com Choco, participa neste domingo no estande da Fort Brain.

Foto: Divulgação
Dal Pizzol, da Rádio Grenal, com Choco, participam neste domingo no estande da Fort Brain. (Foto: Divulgação)


A Fort Brain será protagonista na abertura da Feipet 2026, maior feira pet do Sul do Brasil, ao receber em seu estande os mascotes da Rede Pampa em uma ação inédita que une comunicação, governo e público.

Das 13h às 15h, o radialista Flávio Dal Pizzol, da Rádio Grenal, estará acompanhado de seu inseparável cão Choco, que se tornou parte de sua identidade pública e já conquistou ouvintes com aparições espontâneas no estúdio. Logo depois, das 15h às 17h, será a vez de Calvin James, Cavalier King Charles Spaniel que é mascote oficial das políticas da causa animal do Governo do Rio Grande do Sul, acompanhado pela colunista Gisele Flores, do Conexão Pet no jornal O Sul.

A presença dos mascotes no estande da Fort Brain reforça a integração entre mídia, governo e mercado, em um ambiente que valoriza o bem-estar animal e a comunicação afetiva. Para Dal Pizzol, conhecido por sua autenticidade no rádio esportivo, o apoio da Fort Brain amplia a conexão com o público. “O Choco é mais famoso que eu”, brinca o radialista, lembrando episódios em que o pet invadiu o estúdio da Rádio Grenal e conquistou ouvintes com sua espontaneidade.

Já Gisele Flores destaca o papel institucional de Calvin James. “O Calvin é meu companheiro nas pautas e nas viagens. Ele representa a vivência prática que todo tutor tem com seu animal. Estar na Feipet, no estande da Fort Brain, é mostrar que jornalismo, políticas públicas e experiência real podem andar juntos”, afirma.

A Fort Brain aposta em inovação e diferenciação, criando momentos de interação que vão além da exposição comercial. A presença de Choco e Calvin James amplia essa proposta, transformando o estande em um ponto de encontro entre mídia, governo e público.

Com mais de uma década de atuação, a Fort Brain se consolida como parceira estratégica do setor pet, unindo negócios, conhecimento e emoção. A participação dos mascotes da Rede Pampa simboliza essa integração, aproximando marcas, mídia e público em torno de um mesmo propósito: celebrar o universo pet.

Ao final, o recado é claro: os animais não são apenas companheiros, mas protagonistas de uma nova economia e de uma nova forma de comunicação. Como resume Gisele Flores: “O Calvin mostra que o pet é parte da família e também das políticas públicas. Estar na Feipet, no estande da Fort Brain, é reafirmar esse papel diante de um público que cresce e se fortalece a cada ano.” (Por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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Eloa Gute
7 de junho de 2026 02:16

A que ponto chegamos cachorros fazem parte da família, desde quando animais são gente?? Fazem parte de família?? Cachorros um bolo fedorento que vive sujando tudo com cocô e xixi!

Jaime Nazário
8 de junho de 2026 13:04
Responder para  Eloa Gute

A sociologia contemporânea mostra que o conceito de família deixou de ser exclusivamente definida por laços biológicos e casamentos, a afetividade passou a ser o elemento central na constituição de vínculos familiares,tanto que hoje cunha-se o termo “família multiespécie”.O homem não é um animal apartado da natureza. A ciência confirma que animais são autoconscientes, conscientes e sencientes. A nossa diferença para outros animais é de grau, não de tipo.O Direito brasileiro acompanha essa evolução sociológica e científica e játem julgados inspirados no Direito de Família, como no caso da guarda de pets, empregando e reconhecendo juridicamente o termo “família multiespécie”. No Rio Grande do Sul o Código Estadual doMeio Ambiente tem expresso que animais domésticos possuem natureza sui generis e são SUJEITOS DE DIREITOS despersonificados.O Tribunal de Justiça do Paraná reconheceu que animais podem figurar como autores em processos judiciais.Há casos concretos que parte de herança teve de constituir fundos para cuidado de animais remanescentes. De fato, animais não são gente, mas issonão exclui mais o seu pertenciamento a um núcleo familiar. De fato,eles têm necessidades biológicas, tal como nós, mas, pelo menos, não poluem nem destroem a natureza como nós fazemos todos os dias.

Eloa Gute
7 de junho de 2026 02:17
Responder para  Eloa Gute

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