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Mundo Grupo das maiores economias do mundo, G7 se diz pronto para ajudar na liberação do Estreito de Ormuz

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O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para a exportação de petróleo. (Foto: Reprodução)

Os ministros das Relações Exteriores do G7, grupo formado pelas economias mais ricas do mundo, disseram estar prontos para tomar as medidas necessárias para restabelecer o fornecimento global de energia, prejudicado pelo fechamento do Estreito de Ormuz, rota responsável pelo transporte de aproximadamente 20% de todo o petróleo consumido no mundo.

Em comunicado conjunto, grupo destacou a importância de proteger as rotas marítimas, incluindo o Estreito de Ormuz. Fazem parte do G7: Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia.

O G7 diz estar empenhado em limitar os prejuízos causados pela guerra. “Expressamos apoio aos nossos parceiros na região diante dos ataques injustificáveis da República Islâmica do Irã e seus representantes”, escreveram os ministros.

Ao todo, 22 países já manifestaram intenção de garantir a passagem pelo estreito. A maioria é de países europeus, mas Emirados Árabes Unidos e Bahrain também fazem parte da lista.

Presidente iraniano clama por apoio dos Brics pelo fim dos ataques. Masoud Pezeshkian afirmou que o bloco de economias emergentes, formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia, pode desempenhar um papel independente para impedir os ataques dos Estados Unidos e de Israel.

Pezeshkian conversou com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. Em telefonema, o presidente iraniano disse a Modi que deve haver garantias para evitar a recorrência de tal “agressão” no futuro. Ele ainda propôs uma estrutura de segurança regional composta por países da Ásia Ocidental para garantir a paz sem interferência estrangeira.

Após o telefonema, Modi condenou os ataques no Oriente Médio. Em publicação no X, o primeiro-ministro indiano reiterou ainda a importância de proteger a liberdade de navegação e garantir que as rotas marítimas permaneçam abertas e seguras.

Manifestações surgem durante a escalada do conflito no Oriente Médio. Os ataques na região ocasionaram no fechamento do Estreito de Ormuz.

Ofensivas na região fizeram o preço do barril do petróleo subir mais de 50%. Desde o início do conflito, no último dia 28 de fevereiro, o barril do Brent, referência internacional para o combustível, saltou 54,8% — de US$ 72,48 para US$ 112,19, até o fechamento do dia 20 de março. (Com informações do portal Uol)

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