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Política General Santos Cruz defende que militares da ativa do governo passem para reserva

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Santos Cruz (foto) comparou a situação dos militares com a do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que precisou pedir demissão da carreira de juiz para integrar o governo

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O general Santos Cruz, em mais uma crise de psicopetismo, como sempre, vergastou sua bílis a tudo que se refere ao Bolsonaro. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo do presidente Jair Bolsonaro, defendeu neste sábado (13) que militares da ativa do governo passem para a reserva. Segundo ele, pelo número de militares e pelo posto que ocupam, a sociedade acaba “confundindo” e achando que há fusão de “imagem institucional e governamental”.

“Fica um vínculo até visual, porque ontem [o militar] estava em traje civil servindo ao governo e hoje está de uniforme comandando um alto escalão qualquer”, disse o general durante a live “Direitos Já! Fórum pela Democracia”.

Santos Cruz comparou a situação dos militares com a do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que precisou pedir demissão da carreira de juiz para integrar o governo. “No meio militar você tem pessoas da ativa à disposição do governo. Ele continua na ativa. É muito melhor passar para a reserva.”

Para o general, o Congresso, em diálogo com autoridades militares, deve propor melhorias na legislação. “Tem que mexer nisso aí. Por que uma carreira de Estado do Judiciário vai para uma função de ministro e tem que pedir demissão? E por que a outra vai para o governo e continua no mesmo processo?”

O desejo de ir para a reserva foi manifestado pelo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, em entrevista à revista Veja publicada na última sexta-feira (12).

Responsável pela articulação política do Planalto com o Congresso, Ramos tem sido criticado por sua participação em atos que pedem o fechamento do Congresso e do Supremo e participação direta na negociação de cargos para o Centrão, nova base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no Congresso em que um em cada quatro deputados é investigado ou responde por crimes ou ações por improbidade administrativa com dano ao erário e enriquecimento ilícito.

Na entrevista, o ministro declarou que está optando pela aposentadoria por acreditar “que o governo deu certo e vai dar certo”.

 

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Eustáquio Costa
14 de junho de 2020 15:42

O General deveria calar-se, porque, perdeu a sua oportunidade no Governo Bolsonaro, porque, não soube compreender minimamente a importância de Jair Messias Bolsonaro para o Brasil e os brasileiros, neste momento. Lamentável!!!

Wilson Rosa
15 de junho de 2020 09:59

Tbm fico na dúvida ,será que o chorro louco vai vai ser um ditador do demônio

Antonio Luiz Rocha Rocha
14 de junho de 2020 19:00

Olha Adri tenho o mesmo pensamento seu. Este traidor se cercou de militares apoiou o lobby deles na reforma da previdencia, apoia as polícias militares sem contar com o incentivo da população para se armarem. Incentiva o fechamento do congresso e do S.T.F. virou as costas para o povo na epidemia e até incentiva a invasão dos hospitais. E nada fazem. Achando que o exército não vai apoiar uma ditadura. Só que o Maduro impôs uma ditadura na Venezuela sem precisar de pedir. Para o exército invadir nada. O traidor está usando o mesmo método do Maduro. E as instituições… Leia mais »

Adri Kittler
2 de junho de 2021 22:41

mais facil de justificar os dois altissimos salarios, boa estratégia, mas o povo ainda ta na duvida, a venezuela chegou ou não ao brazil? EX militar presidente, e um montão de CCs militares , afinal o Brazil conseguiu ser uma venezuela ????

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