Segunda-feira, 15 de junho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Inflação oficial do Brasil desacelera para 0,58% em maio

Compartilhe esta notícia:

Em maio, a maior variação e o maior impacto partiram do grupo alimentação e bebidas

Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE
Em maio, a maior variação e o maior impacto partiram do grupo alimentação e bebidas. (Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias)

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do Brasil, ficou em 0,58% em maio, 0,09 ponto percentual abaixo da taxa registrada em abril, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (12).

No ano, o IPCA acumula alta de 3,20%. Nos últimos 12 meses, o índice chegou a 4,72%, acima dos 4,39% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, a variação havia sido de 0,26%.

Com o resultado em 12 meses, o índice está acima do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional. O objetivo do órgão é manter o IPCA em 3%, com limite máximo de 4,5%.

Em maio, a maior variação (1,33%) e o maior impacto (0,29 ponto percentual) partiram do grupo alimentação e bebidas, seguido por habitação, com 1,22% de variação e 0,18 ponto percentual de impacto, e por saúde e cuidados pessoais (0,90% e 0,12 ponto percentual).

Os demais grupos apresentaram variações entre a taxa de -0,46% de transportes – único grupo com variação negativa – e 0,62% de vestuário.

O grupo alimentação e bebidas respondeu por metade do índice de maio. A alimentação no domicílio registrou variação de 1,65%, com influência das altas da batata-inglesa (44,69%), do tomate (20,62%), da cebola (16,8%) e das carnes (1,39%). No lado das quedas, destacam-se o café moído (-2,38%) e as frutas (-0,70%). A alimentação fora do domicílio registrou alta de 0,49% com o lanche saindo de 0,71% em abril para 0,49% em maio e a refeição de 0,54% para 0,51% no mesmo período.

No grupo habitação, a variação de 1,22% teve influência da energia elétrica residencial, que subiu 3,67% e foi o principal impacto individual no resultado do mês (0,15 ponto percentual).

Em saúde e cuidados pessoais (0,90%), sobressaíram-se as altas dos artigos de higiene pessoal (1,95%), com destaque para o perfume (4,42%) e plano de saúde, com variação de 0,5%.

O grupo transportes desacelerou, com o etanol saindo de 0,62% em abril para -6,20% em maio, o óleo diesel de 4,46% para -2,34% e a gasolina, subitem com o maior impacto negativo no resultado do mês (-0,08 ponto percentual), de 1,86% para -1,46%. Já o gás veicular fez o movimento inverso, com alta de 5,81% em maio após o recuo de 1,24% em abril.

Ainda em transportes, o subitem passagem aérea variou 3,2%, ante a queda de 14,45% registrada em abril.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Eloa Gute
12 de junho de 2026 16:49

O kilo do tomate, está muito alto, 13, reais o mais barato, q encontrei hoje, mas os outros produtos inclusive iogurte desnatado preço bem em conta. Frutas principalmente!

Justiça italiana diz que o Supremo do Brasil não foi imparcial sobre Carla Zambelli e cita “dupla função” de Alexandre de Moraes
Copa do Mundo: saiba como ficou o Grupo A após os jogos da primeira rodada
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x