Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 9 de fevereiro de 2025
Gleisi relembrou que o sistema parlamentarista já foi rejeitado pelos brasileiros em duas oportunidades.
Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoA deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, criticou neste domingo (9) a proposta de emenda à constituição (PEC) que institui o semipresidencialismo no País. O modelo é alternativo ao presidencialismo e dá mais poder ao Congresso em questões como o plano de governo e Orçamento da União.
Para a petista, a proposta do deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) pretende “tirar da maioria da população o direito de eleger um presidente com poderes de fato para governar”. “É muito medo da soberania do povo”, disse Gleisi no X (antigo Twitter).
A PEC foi protocolada na Câmara na última semana, após reunir o quórum de assinaturas necessário para começar a tramitar. Entre as assinaturas, consta o apoio de Hugo Motta (Republicanos-PB), novo presidente da Casa. Apesar de sinalizar apoio ao texto, Motta afirmou que não pretende acelerar a tramitação do projeto.
Ex-ministra da Casa Civil e cotada para assumir, em breve, a Secretaria-Geral da Presidência, Gleisi relembrou que o sistema parlamentarista já foi rejeitado pelos brasileiros em duas oportunidades.
Enquanto República, o Brasil já adotou o modelo parlamentarista entre setembro de 1961 a janeiro de 1963. O sistema, adotado como resolução da crise provocada pela renúncia à Presidência de Jânio Quadros, foi descontinuado após referendo com ampla rejeição ao modelo. Uma nova consulta popular sobre o modelo de governo foi realizada trinta anos depois, na qual o parlamentarismo voltou a ser rejeitado.
O PT está ausente da lista de 179 signatários do texto, mas há adesões do “núcleo duro” da base de sustentação ao governo, como sete assinaturas do PDT e duas do PSB, sigla do vice-presidente Geraldo Alckmin. Além disso, PCdoB e PV, legendas federadas ao PT, registram um apoio cada.
Os exemplos mais famosos de países semipresidencialistas são Portugal e França. Se aprovado, um presidente da República eleito pelo voto direto dividiria poderes com um primeiro-ministro.
O modelo proposto por Hauly dá ao presidente a prerrogativa de nomear o primeiro-ministro, mas, por outro lado, empodera a Câmara, dando aos parlamentares mais atribuições para definir o plano de governo e o Orçamento.
O presidente mantém prerrogativas como nomear ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de tribunais superiores, além de chefes de missão diplomática, presidente e diretores do Banco Central (BC), o procurador-geral da República e o advogado-geral da União. Por outro lado, a nomeação de ministros passa a ser responsabilidade do Congresso.
(Estadão Conteúdo)
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Num país “sério” eu até acreditaria na sua sinceridade MAS, SE fosse Bolsonaro agora presidente, seria ela que estaria defendendo essa PEC…
Falou a “amante” digo, Presidente do partido, que acha democrático o STF comandar o País, em detrimento da Câmara e do Senado. A EXTREMA ESQUERDA comedora de abóbora é uma piada mesmo.
Esta mala tem um sonho de um dia ser presidente do pais seria a Dilma 3.
Sujeita repugnante.
A direita golpista é muito infantil. Não sabe jogar, não sabe perder e não faz nada para mudar.
A direita golpista é muito infantil. Não sabe jogar, não sabe perder e não faz nada para mudar.
O povo não tem medo do parlamentarismo, tem medo é das urnas.
Luladrão por sí só é um Desastre a mais de 20 anos…
Mas …o pior mesmo é o estrume que ele carrega junto….
Estou maravilhado com o Time que o TRUMP, esta montando nos USA….Aqui??
Putas, Prostitutas, bandidos, corruptos, traficantes e outros cumpanheiros….
Coitado…Só otário prá votar nessa coisa.
Narizinho, Presidenta 2030.