Domingo, 31 de Maio de 2020

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Colunistas Globo não pensa em tirar o “Se Joga” do ar

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Irandhir Santos e Maeve Jinkings atuam em "O Som Ao Redor". (Foto: Estevam Avellar/TV Globo)

Em reunião há poucos dias, realizada remotamente, foi transmitido para a produção do “Se Joga” que haverá um investimento maior no lado jornalístico do programa, quando for possível a retomada dos trabalhos.

Devido a um ajuste orçamentário, em função dos novos tempos, os quadros de humor, estrelados por comediantes, sairão de cena. Daí a decisão de interromper as participações de Marcelo Adnet, Dani Calabresa e Paulo Vieira.

Mas, por outro lado, já existe a decisão de dar mais espaço às entrevistas e brincadeiras no palco, por parte dos apresentadores Fernanda Gentil, Érico Brás e Fabiana Karla..

A Globo, considerando os atuais bons resultados do “Hoje“, já percebeu que, seguindo por aí, tem boas chances de continuar fazendo a diferença na sua briga com a Record.

TV Tudo

Trabalho segue

Conforme o programado, a Globo concluiu sexta-feira passada a primeira etapa de um fórum sobre os efeitos das pandemias e das guerras nas artes, para ajudar seus profissionais no desenvolvimento de pautas e histórias. Tudo online, em três dias, participaram executivos e autores de novelas, equipes do Bial, Fátima e do “Se Joga”.

O trabalho terá sequência hoje, amanhã e quinta, agora com a presença do diretor Boninho e o pessoal do “Domingão”, entre outros.

Enquanto isso…

A coluna conversou com alguns profissionais da dramaturgia da Record para saber se estavam acontecendo reuniões online para tratar do assunto “retomada”. Todos responderam “não”.

Ou pelo menos não participaram de nenhuma.

Futebol

Para este próximo domingo, 24, a Globo vai de São Paulo x Liverpool, final do Mundial de 2005, para São Paulo.

E, para o Rio, Barcelona Guayaquil e Vasco, final da Libertadores em 1998.

Agora, o detalhe

Para o dia 31, jogos do Palmeiras serão exibidos nas duas praças.

Para São Paulo, o encontro contra o Deportivo Cali, decisão da Libertadores 1999. No Rio, a derrota para o Fluminense, 3 a 2, pelo Brasileirão 2012.

Bandeira amarela

Está complicado apostar qualquer coisa, mas em se tratando do “Aqui na Band”, são enormes as possibilidades de apenas o título continuar. Formato e equipe serem trocados.

O “Aqui na Band” divide opiniões internas. Por dividir opiniões internas, entenda-se Membros da Alta Cúpula da Rede Bandeirantes. Uma coisa é certa: acabar o programa não vai. Resta saber o que irá acontecer com ele. Qual o lado mais forte na questão.

Um só SBT

Marcelo Kestenbaum, diretor do “Bake Off – A cereja do bolo”, reuniu toda a equipe, antes de uma gravação na semana passada, para agradecer o empenho de todos, incluindo a área de Teledramaturgia, que cedeu profissionais.

O programa nasceu durante a pandemia e ocupa o segundo lugar no horário, aos sábados.

Ideia do dono

Partiu de Silvio Santos a iniciativa de colocar o “Primeiro Impacto” na hora do almoço. Seria a partir de ontem, segunda-feira, só que não foi.

Mas poderá ser hoje. Raramente ele desiste de algumas das suas ideias. “Fofocalizando”– “Triturando”, luta-livre etc apenas comprovam.

Presta atenção

Na hora do almoço, hoje, fora a TV Cultura, Globo e Record já têm jornais na mesma faixa. Por acaso, as duas principais concorrentes do SBT.

No horário, historicamente, já existe um “x” de aparelhos ligados, fixado de muito tempo.

Só fazer a conta

A possibilidade de o SBT se dar bem neste horário do almoço só irá acontecer com um jornal completamente novo e capaz de tirar público de Globo e Record. Não é o caso.

Nunca com noticiário velho, montado da base dos “melhores momentos” do “Primeiro Impacto”. Isso não existe. Melhor é continuar com os desenhos animados, como contraprogramação.

E o detalhe

Hoje, na faixa entre 12h e 14h, o número de ligados oscila entre 48 e 52 pontos.

Com o confinamento, houve um crescimento deste número nos últimos tempos. No início de março não passava de 39.

Estranho

Um pessoal que acompanha a programação do Arte 1, canal da Band, na faixa da manhã tem estranhado a exibição de alguns filmes “inadequados” para a faixa. Ontem, por exemplo, às sete da manhã, o cartaz era “O Som Ao Redor” – com “classificação etária: 16 anos”.

C´est fini

O “Jornal da Noite” nunca recebeu da programação da Band um tratamento dos mais adequados.

Os seus tantos intervalos comerciais, já no começo da madrugada, nunca são inferiores há seis, sete ou até oito minutos. Passa, a quem assiste, a impressão de um programa de propagandas com algumas notícias no meio.

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!

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