Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de abril de 2020
Alexandre Ramagem é delegado da Polícia Federal desde 2005, chefiou a equipe de segurança de Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018
Foto: Secom/Presidência da RepúblicaO governo confirmou na madrugada desta terça-feira (28) Alexandre Ramagem como o novo diretor-geral da PF (Polícia Federal). Ele é delegado da PF desde 2005, chefiou a equipe de segurança de Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018 depois do atentado a faca em Juiz de Fora (MG) e, desde então, se tornou amigo próximo da família do presidente. Ele tem a confiança de Bolsonaro e dos filhos.
No Réveillon de 2019, Ramagem foi fotografado ao lado de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, durante a comemoração. Em março de 2019, ainda no início do mandato de Bolsonaro, o delegado foi nomeado assessor do então ministro Santos Cruz na Secretaria de Governo – pasta que fica no Palácio do Planalto. Ramagem foi mantido na secretaria, como assessor do novo ministro, Luiz Eduardo Ramos, após a demissão de Santos Cruz, em junho de 2019.
No mês seguinte, em julho, o delegado foi escolhido por Bolsonaro para ser diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que é vinculada ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência, comandada pelo ministro Augusto Heleno. Segundo o GSI, a Abin produz informações para embasar decisões do presidente da República de forma rápida.
Na posse, o presidente se referiu a ele como “um amigo que conheci há pouco tempo”. Na Polícia Federal, Ramagem comandou as divisões de Administração de Recursos Humanos e de Estudos, Legislações e Pareceres, e atuou na área de coordenação de eventos como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente.
Bolsonaro demitiu chefe anterior
Ramagem assume o comando da corporação após Bolsonaro demitir o então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o que precipitou a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça, ao qual a corporação está subordinada.
Ao anunciar sua saída, Moro afirmou que Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF ao demitir Valeixo. O presidente nega e diz que Moro propôs aceitar a exoneração do então diretor-geral da corporação se fosse indicado ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Moro nega.
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SEMPRE FUI CONSERVADOR, MAS ISSO DÁ NOJO, BOI SONARO ESTÁ FAZENDO EXATAMENTE O QUE A ESQUERDA QUER.
Está evidente que os irmãos metralhas(leia-se filhos de Bolsonaro) estão governando o Brasil. Pois o pai, ou seja o pseudo presidente que prometia um governo honesto, sem conchavos,etc.,foi vencido pelos seus filhos, os metralhas. .Estes resolveram governar o Brasil, mas a seu favor! Até já escolhem ministros, chefe da Polícia Federal,etc.. Eles têm um importante aliado::o Coronavirus. Enquanto este “morar” no Brrasil, não poderá haver impeachment do presidente moleirão.
Deus salve o povo brasileiro.