Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 6 de fevereiro de 2024
O óbito ocorreu no dia 1º. Trata-se de um homem, 65 anos, residente em Santa Cruz do Sul. A vítima tinha comorbidades.
Foto: PixabayA Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES), confirmou, nesta terça-feira (6), a segunda morte por dengue em 2024 no Estado.
O óbito ocorreu no dia 1º. Trata-se de um homem, 65 anos, residente em Santa Cruz do Sul. A vítima tinha comorbidades.
A SES reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes, com a limpeza e revisão das áreas internas e externas das residências e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática. O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.
O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.
Principais sintomas
– febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias,
– dor retroorbital (atrás dos olhos);
-dor de cabeça,
-dor no corpo,
-dor nas articulações,
-mal-estar geral,
-náusea,
– vômito,
– diarreia,
-manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
Situação epidemiológica
Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 5.163 casos confirmados da doença, dos quais 2.305 são autóctones, que é quando o contágio aconteceu dentro do Estado, com os demais sendo importados (residentes do Rio Grande do Sul que foram infectados em viagem a outro local).
Em 2023, foram mais de 34 mil casos autóctones. Ao todo, foram 54 óbitos em virtude da dengue no ano passado.
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