Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 18 de dezembro de 2017
O Pentágono admitiu, pela primeira vez, que fez um financiamento milionário de um programa secreto para investigar a aparição de “objetos voadores não identificados” (óvnis) entre os anos de 2007 e 2012.
Apesar do Departamento de Estado informar que o projeto foi encerrado, o jornal “The New York Times” confirmou com uma funcionária da entidade que o programa ainda está sendo realizado e que ele foca em relatos de militares norte-americanos que avistaram objetos estranhos.
De acordo com os dados oficiais, foram gastos US$ 22 milhões com o programa.
O programa forneceu documentos que descrevem as aparições de aparatos voadores não identificados que pareciam se mover rapidamente, sem sinais visíveis de propulsão, ou sem meios aparentes de se erguer, afirmou o Times. Funcionários do programa também examinaram vídeos dos encontros de aeronaves militares americanas com objetos desconhecidos, ainda de acordo com o jornal.
Batizado de “Programa de Identificação Avançada de Ameaças de Aviação”, o grupo de especialistas também analisou centenas de vídeos gravados durante voos – incluindo a gravação de 2004, quando um objeto oval branco é seguido por dois jatos da Marinha na Califórnia.
“O Programa de Identificação Avançada de Ameaças de Aviação foi concluído em 2012. Determinou-se que havia outra questões mais prioritárias que mereciam financiamento e foi com a melhor das intenções que o Departamento fez essa mudança. O Departamento leva muito a sério todas as ameaças e ameças em potencial ao nosso povo “, diz o porta-voz da entidade, Thomas Crosson.
Há décadas, os objetos são alvos de ações nos Estados Unidos, também por parte do Exército. Em 1947, a Aeronáutica começou uma série de análises para verificar mais de 12 mil incidentes relatados por militares. Essas investigações foram encerradas em 1969 e o projeto ficou mundialmente conhecido como “Project Blue Book”.
Recentemente, a China anunciou que finalizou as obras de seu radiotelescópio para a detecção de vida fora da Terra.
Diferentemente dos norte-americanos, que mantiveram seus programas sobre óvnis em segredo, o governo de Pequim construiu o maior equipamento do tipo no mundo, com mais de 500 metros de diâmetro.
Estação Espacial Internacional
A nave espacial russa Soyuz MS-07 foi lançada no domingo (17) às 5h21 (horário de Brasília) com três astronautas a bordo. A missão saiu de cosmódrono no Cazaquistão com destino à Estação Espacial Internacional.
Apesar de decolarem neste domingo, o japonês Norishige Kanai, o americano Scott Tingle e o russo Anton Chkaplerov devem levar ainda mais dois dias para chegar à Estação Espacial Internacional.
Lá, eles serão recebidos por seu capitão, o cosmonauta russo Alexander Missourkin; e por Mark Vande Hei e Joe Acaba, tripulantes americanos que chegaram em setembro.
No total, os astronautas ficarão mais de quatro meses no espaço (122 dias).
A Estação Espacial Internacional é um laboratório construído no espaço por meio do consórcio entre 16 países. A estação tem por objetivo facilitar as pesquisas desenvolvidas no espaço e servir de base para missões à Lua e à Marte.
Os comentários estão desativados.