Quinta-feira, 25 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 24 de janeiro de 2023
Crianças Yanomami estão em estágio avançado de desnutrição
Foto: Weibe Tapeba/SesaiO governo federal demitiu pelo menos 54 servidores que atuavam em órgãos relacionados à saúde e à assistência aos povos indígenas no País.
Na manhã de segunda-feira (23), o Diário Oficial da União informou a dispensa de 11 coordenadores regionais da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde. A lista inclui o coordenador do Distrito Sanitário Leste de Roraima, onde fica o território Yanomami.
No fim da tarde de segunda, em uma edição especial do Diário Oficial, o governo publicou a dispensa de 43 chefes regionais e nacionais da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas).
A lista de baixas na Funai inclui 22 coordenadores regionais, 15 coordenadores setoriais, seis diretores, assessores e secretários vinculados diretamente à presidência da fundação.
Os nomes das pessoas que assumirão esses cargos devem ser anunciados nos próximos dias. Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que “exonerações e nomeações fazem parte do processo natural da transição de governo”.
Sobre a situação crítica dos Yanomami em Roraima, que levou o ministério a declarar emergência pública e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a visitar o Estado no último sábado (21), a pasta disse que as trocas nas direções de saúde “não comprometem o trabalho de assistência à população indígena nos distritos” e que não houve trocas no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami.
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Por que não põe os vadios das forças armadas a prestarem assistência àqueles índios, já que nada fazem além de pintar meio fio. Nos quartéis tem médicos, dentistas, engenheiros, psicólogos, etc. Muito mais barato do que importar e ou recrutar médicos.