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Política Governo federal demite 11 gestores de saúde indígena e 43 chefes regionais e nacionais da Funai

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Crianças Yanomami estão em estágio avançado de desnutrição

Foto: Weibe Tapeba/Sesai
Crianças Yanomami estão em estágio avançado de desnutrição. (Foto: Weibe Tapeba/Sesai)

O governo federal demitiu pelo menos 54 servidores que atuavam em órgãos relacionados à saúde e à assistência aos povos indígenas no País.

Na manhã de segunda-feira (23), o Diário Oficial da União informou a dispensa de 11 coordenadores regionais da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde. A lista inclui o coordenador do Distrito Sanitário Leste de Roraima, onde fica o território Yanomami.

No fim da tarde de segunda, em uma edição especial do Diário Oficial, o governo publicou a dispensa de 43 chefes regionais e nacionais da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas).

A lista de baixas na Funai inclui 22 coordenadores regionais, 15 coordenadores setoriais, seis diretores, assessores e secretários vinculados diretamente à presidência da fundação.

Os nomes das pessoas que assumirão esses cargos devem ser anunciados nos próximos dias. Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que “exonerações e nomeações fazem parte do processo natural da transição de governo”.

Sobre a situação crítica dos Yanomami em Roraima, que levou o ministério a declarar emergência pública e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a visitar o Estado no último sábado (21), a pasta disse que as trocas nas direções de saúde “não comprometem o trabalho de assistência à população indígena nos distritos” e que não houve trocas no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami.

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Nilton G Veiga
24 de janeiro de 2023 15:20

Por que não põe os vadios das forças armadas a prestarem assistência àqueles índios, já que nada fazem além de pintar meio fio. Nos quartéis tem médicos, dentistas, engenheiros, psicólogos, etc. Muito mais barato do que importar e ou recrutar médicos.

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