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Política Governo federal paga R$ 31,5 bilhões em emendas parlamentares em 2025, o maior valor da história

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Emendas parlamentares são recursos reservados no Orçamento executados conforme indicações de deputados e senadores

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Emendas parlamentares são recursos reservados no Orçamento executados conforme indicações de deputados e senadores. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O governo federal fechou o ano passado com a maior quantia paga em emendas parlamentares em um único ano na história do Brasil. Ao todo, foram pagos R$ 31,5 bilhões em emendas impositivas ou discricionárias (quando não há obrigatoriedade de pagamento).

Os dados foram extraídos do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento), do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Emendas parlamentares são recursos reservados no Orçamento executados conforme indicações de deputados e senadores. Elas representam uma parte cada vez mais significativa do Orçamento da União. São recursos que os parlamentares destinam a seus redutos eleitorais para a realização de obras e projetos.

Ao todo, foram pagos 67% das emendas empenhadas, R$ 47 bilhões, que, por sua vez, foram empenhados quase na totalidade do que foi autorizado: R$ 48,5 bilhões. Inicialmente o Orçamento da União para 2025 previa R$ 50 bilhões, mas o valor foi reduzido ao longo do ano.

No Orçamento público, a etapa do empenho é quando o ente público se compromete com uma despesa que será executada. Ela não necessariamente precisa ser paga no mesmo ano.

Já a etapa da liquidação é quando a despesa é executada, ou seja, quando o governo recebe a obra ou a contrapartida pelo serviço prestado.

Por fim, o pagamento é o ato de desembolso financeiro pelo serviço prestado ou bem adquirido.

Os restos a pagar são tudo aquilo não processado. São recursos que foram reservados (empenhados) dentro do Orçamento anual para uma finalidade específica, mas não foram pagos naquele ano.

Entre as emendas pagas, a maior parte delas foram impositivas (83,1%). Foram R$ 19,9 bilhões para emendas individuais, que levam o selo de classificação de cada um dos parlamentares que fizeram as indicações e outros R$ 6,3 bilhões em emendas das bancadas estaduais.

Outros R$ 5,3 bilhões foram pagos em emendas não obrigatórias, de poder das comissões temáticas do Congresso. Elas também foram as emendas com o menor percentual de pagamento neste ano: 47,4%.

Entretanto, apesar da baixa execução de pagamentos, o governo empenhou quase a totalidade das emendas de comissão previstas no Orçamento: R$ 11,2 bilhões (98%). Assim, tudo que foi empenhado e não foi pago deve ser reclassificado como “restos a pagar” e poderá ser pago nos próximos anos.

Aumento exponencial

Nos últimos anos, o Congresso Nacional tem avançado sobre o Orçamento da União e aumentado cada vez mais o poder sobre as receitas do governo com a justificativa de entender melhor as necessidades regionais da população, Estados e municípios.

Em uma década, o valor total destinado a emendas parlamentares do Congresso Nacional aumentou cinco vezes, saltando de R$ 9 bilhões em 2016 para R$ 48,5 bilhões em 2025.

Nos três primeiros anos do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Congresso teve direito a R$ 83,7 bilhões em emendas, nos quais R$ 81,8 bilhões (98%) foram empenhadas.

Já nos três primeiros anos do terceiro governo do presidente Lula, foram R$ 132 bilhões autorizados para o Congresso indicar e R$ 127 bilhões empenhados (96%), ou seja, confirmados pelo governo que seriam pagos. As informações foram divulgadas pelo portal G1.

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9 Comentários
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Vanderlei Ochoa
2 de janeiro de 2026 14:10

Bolsa subindo..

Vanderlei Ochoa
2 de janeiro de 2026 13:59

Bola subindo. Dólar. Caindo e Brasil dando certo…muita transparência, viu??

Luiz C. Ferrari
2 de janeiro de 2026 14:03

Isso precisa acabar.
É preciso acionar o STF para rever essa Excrescência.
Está prejudicando todo o orçamento federal em outros investimentos.
Em países sérios, isso não existe. Invento à brasileira de desocupados.
Existe um outro caminho.
Neste ano, mudar toda essa coisa chamada congresso e eleger pessoas comprometidas com mudanças reais que vão de encontro com o coletivo.

Vanderlei Ochoa
2 de janeiro de 2026 14:15

Iihmm discurso vazio de contiudo

Artur Artur
2 de janeiro de 2026 14:11

Quadrilha de Bandidos Sequestrou a Nação dos Brasileiros….
Botou preço , corrompeu, cooptou tudo e todos….
QUE DESGRAÇA…

Pior que cancer…já tem cura em alguns casos…neste caso, dificilmente conseguiremos nos livrar desta Doença, chamada LULISMO,,,

Glaucio Dos Santos Brum
2 de janeiro de 2026 18:07

Tu gosta mesmo é de tapar o sol com peneira. Quem é o responsável pelo déficit atual e pela exorbitante carga tributária que é imposta aos brasileiros? Esse governo costuma gastar mais do que arrecada, aparelhar e inchar a máquina administrativa e muitas outras coisas mais. Nega isso.

Vanderlei Ochoa
2 de janeiro de 2026 15:08

O congresso é oposição. Pede prá eles darem uma contribuição para ajudarem o povo…vai ver..

Glaucio Dos Santos Brum
2 de janeiro de 2026 14:24

Gastar mais do que arrecada é a forma do governo de esquerda governar, comprando votos e aparelhando o estado conforme suas conveniências. Resultado: um déficit extraordinário e histórico. Definitivamente, muitos brasileiros não conseguem enxergar a um palmo do próprio nariz.

Apolônio Chuwats
2 de janeiro de 2026 15:35

Lule comprando sua reeleição com evangélicos , pastores de demônios cretinos, capitalistas com dinheiro de gente miserável,cLULE MANDANDO GRANA PARA COMPADRES DE ROUBO.

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